A registros não atualizar

Atualizar registros em um partitioned Hive table: Presume-se que a tabela principal seja particionada por alguma chave. Carregue os dados incrementais (os dados a serem atualizados) em uma tabela de migração de dados particionada com as mesmas chaves da tabela principal. Sí. Puede usar foreach para actualizar los registros en linq. No hay degradación del rendimiento. puede verificar que el operador estándar Donde se implemente utilizando la construcción rendimiento introducida en C # 2.0.. El el uso del rendimiento tiene un beneficio interesante que es que la consulta no se evalúa realmente hasta que se repite, ya sea con una instrucción foreach o ... Para atualizar todos os registros de uma tabela, especifique o nome da tabele e use a cláusula SET para especificar o campo ou campos a serem alterados. VBA. UPDATE tblCustomers SET Phone = 'None' 2 de 6. 14/09/2013 10:53. Como: Inserir, atualizar e excluir registros de uma tabela usando o SQ. Fíjate que he encadenado el método ignore pasando como primer argumento el modelo de la nota.Laravel se encargará del resto. Ten cuidado con la posición de los paréntesis y los corchetes. Puedes aprender más sobre cómo encadenar métodos en PHP con la lección Constructores semánticos e interfaces fluidas de nuestro Curso de programación orientada a objetos con PHP. Depois do post de como adicionar registro na base de dados do MongoDB, vou ensinar como usar o comando para atualizar os registro existentes na base. Lembrando do post anterior, temos o seguinte registro na base: Para atualizar os registros de uma collection, a sintaxe é: O comando de atualização é bastante singular, pois além… ↑ Me gusta (0) Tenemos que continuar con el proceso de edición de un registro y es por esto que en este video vamos a crear el bloque de código necesario para realmente actualizar en la base de datos utilizando la tecnología de Laravel y Vue. Si no se indican condiciones con un WHERE la actualización afectará a todos los registros de la tabla sin excepción. Los datos introducidos mediante cualquier UPDATE de SQL siempre tendrán que cumplir con las restricciones de las columnas. Por ejemplo, no podremos insertar texto en una columna de tipo INT (entero). Re: Percorrer registros e atualizar campos A solução realmente ficou ótima e funcionaria no cenário acima. O problema é que essa solução no meu cenário não funciona, eu precisa mesmo varrer a tabela, pelo seguinte, esse é um possível cenário também: É possível atualizar os registros do Salesforce especificando Atualizar na propriedade Operação do nó SalesforceRequest e especificando o tipo de objeto na propriedade Objeto do Salesforce.O tipo de objeto pode ser substituído pela variável de ambiente LocalEnvironment.Destination.Salesforce.Request.object.. O campos do registro do Salesforce a serem atualizados devem aparecer na ... Estou tentando excluir registros sem ter que atualizar a página, porém não estou tendo sucesso, os registros apagam mas a tabela só atualiza se der um F5, estou tentando fazer isso via ajax mas não...

CORONADADOS

2020.07.05 05:10 samidubena CORONADADOS

(enviei o vídeo, mas não foi possível inserir o texto junto, então fiz essa outra postagem)
O CoronaDados é uma solução que desenvolvemos após estudar os países que estão tendo sucesso no controle da pandemia e que permite as empresas serem protagonistas no enfrentamento da pandemia.
O Coronadados é GRATUITO! As empresas podem realizar o seu cadastro online, inserir os seus trabalhadores e iniciar o acompanhamento dos seus sintomas de forma bem simples:
1) A equipe de SESMT, RH e o Líder imediato podem inserir os registros dos sintomas dos trabalhadores na plataforma web e acompanhar pelos dashboards como está a evolução da Covid-19 na sua empresa;
2) Se a empresa quiser, desenvolvemos uma assistente virtual no Telegram (a Cora), que todos os dias dá um bom dia para o trabalhador e pergunta se está "bem" ou se está com alguma "indisposição". -Essa informação é atualizada em tempo real com o Coronadados e a equipe da empresa só precisa atualizar os sintomas de quem não respondeu.
Cada sintoma tem uma pontuação e é apresentado no dashboard da empresa para acompanhar os seus trabalhadores e direcionar os isolamentos, testes e atendimento médico.
Através do Coronadados e da identificação de sintomas é possível reduzir muito a transmissão do vírus e ajudar na pandemia.
O Coronadados pode ser acessado pelo endereço www.coronadados.com.br. (no site tem um passo-a-passo de como fazer a configuração)
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2019.11.18 04:11 Natsu-Toswio Atualização do TownCenter: Sobre mim, notificações e aprimoramento no chat.

Eae galerinha do mal!
Como sabemos, TownCenter ainda está em sua fase de desenvolvimento inicial, ou seja, novos recursos serão disponibilizados com o passar do tempo. Diante disso, apenas jogadores que tinham contas no SmallWorlds podem acessar o jogo e acompanhar essas atualizações. No momento, não há uma previsão para novos registros de conta no TownCenter, então aguardem com paciência por isso. Nessa versão 1.4, pode ser observada os seguintes recursos:

Os belos avatares de todos do SmallWorlds podem ser visíveis no bate-papo privado ou em grupo.

Nessa versão você pode editar e dar uma caprichada no seu perfil adicionando as seguintes informações: ocupação, escolaridade, status de relacionamento (se tiver...) e entre outras. Também foi disponibilizado uma área de texto para que você possa estar comentando mais sobre os seus gostos e o tipo de pessoa que você é.


Você pode deixar o TownCenter aberto e alternar as guias do seu navegador para receber notificações que alertam sobre mensagens recentes.

Abra o menu Create Chat ou Add Citizen To Chat que está disponibilizado no painel do bate-papo: arraste e solte os seus amigos dentro da visualização de opções (na parte superior da área (+). Como alternativa, você pode soltar rapidamente os seus amigos da Lista de Amigos e Locais diretamente ao bate-papo (se você for o criador) - isso vai te oferecer duas opções na parte superior do Painel do Bate-Papo - uma maneira de compartilhar esse cidadão com outras pessoas (como um cartão de solicitação de amigo), ou convidar esses amigos para um bate-papo diferente.
É uma versão bem divertida e a equipe do TownCenter já estão desenvolvendo o TownCenter 1.5 (não há uma maneira se quer de parar e relaxar). Amanhã Vince Gee vai atualizar todos nós sobre os planos para o final deste ano.
Abraços e obrigado por ler! ;)
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2019.01.14 17:54 caiodias 2015 Dados AF02-GOLF-05

2015 foi um ano em tanto no #Ingress para os jogadores do quadrante AF02-GOLF-05. Diversas atualizações do scanner, eventos e acontecimentos. Em 2014 tivemos HELIOS (http://decodeingress.me/2014/09/28/ar-helios-09-10/) e Darsana (https://plus.google.com/108020987035258478791/posts/MpRqUoi8zZR), em 2015 tivemos participações diretas e indiretas nas anomalias (ordem cronológica):
2015 também foi o ano que os ENL de Pernambuco foram os únicos do Brasil (América Latina?) que participaram do evento mundial #BucketList2015 https://plus.google.com/+MarceloNegromonte/posts/JuYBy9hEb7u
Tivemos diversas histórias, incoveniências, diversões, muitos km rodados, pneus furados, perda de sinal, estresse e felicidades. É incrível como através de um mesmo jogo tantas emoções são exploradas, pessoas novas são conhecidas e experiências diferentes são desfrutadas.
Também não podemos esquecer dos novos jogadores que não pararam de surgir e vem contribuindo, assim como agregando valor a ambas facções, alguns mais do que outros.
Esse ano a RES conseguiu quebrar o recorde de MU coletados dentro da célula AF02-GOLF-05 (vide imagem 1), porém não houve nenhum registro das operações ou algo do gênero que pude encontrar. Se alguém tiver, por favor, deixe o link nos comentários que terei o maior prazer em atualizar o post.
Agradeço a todos os agentes que participaram de forma direta e/ou indiretamente dos ciclos do ano de 2015. Parabéns a todos os envolvidos.
Obrigado a todos!! Sejam honestos e que seu jogo reflita sua honestidade.
Ciclos de 2015.1 até 2015.50 analisados em 2015 https://docs.google.com/spreadsheets/d/1ukjqwWPCyG9fSLPbhVGNDmZVTSH9pQFImuU6KcLOp1M/edit?usp=sharing
Tambem coloquei os dados do ano passado em uma planilha para quem quiser conferir os graficos https://docs.google.com/spreadsheets/d/1tImDucq_rPTCZ71eLmYrwjuWm-1BFyoEspG793Qn8qo/edit?usp=sharing
Abraços, Caio Dias.
Planilha em branco só com as fórmulas para uso livre https://docs.google.com/spreadsheets/d/1CGTKdaPaIjK4GXX8rojFEwtx3DZ0mq6f9o7wHK4E6YA/edit?usp=sharing
#Ingress2015
#ENL
#RES
#Iluminado
#Recife
#Niantic
#Pernambuco
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2018.12.14 10:40 camponez Projeto Brasileiropédia

O Brasileiropéida é um projeto para registrar os jogos e números do Campeonato Brasileiro de Futebol (Masculino, Feminino) de todas as séries (A, B, C, D).
O projeto é inspirado em projetos como Cruzeiropedia.org e Grémiopedia.com e assim como eles vamos usar o Mediawiki.
Sim, já existe o registro de (alguns) números na Wikipédia, mas a ideia do projeto é registrar coisas que a Wikipédia não permite: A ficha dos jogos.
Outra vantagem do Brasileiropédia é que os números retirados das fichas (número de jogos, vitórias, publicos, etc etc) serão atualizados automaticamente uma vez que as fichas estiverem cadastradas.
Por exemplo, ao registrar um novo jogo na Wikipédia, é necessário atualizar também a tabela de classificação e artilharia. No Brasileiropédia, uma vez a ficha corretamente cadastrada, todo o resto (vitórias, empates, derrotas, saldo de gols, quem jogou, quem fez gol, quem jogou por qual time, etc etc) se atualizaria automaticamente.
Para isso precisamos de voluntários!
Entre em contato conosco por email ou twitter para que sua conta seja criada e você possa nos ajudar. Quem souber criar uma logo, precisamos urgente! :)
Aguardamos o contato.

Edit1: Mesmo que não se interesse em editar, divulgue o projeto para que possa chegar aos ouvidos de quem gostaria de colaborar, mas não viu esse post. A nossa cobertura de times que disputam divisões que não tem cobertura da mídia será a mesma, desde que tenhamos voluntários!
Edit2: correção de palavra
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2018.09.10 17:19 Mountaineer_br AURUTILS, Mais Um Ajudante do Aur

================ AURUTILS : AJUDANTE DO AUR ================
[Atualizado pela última vez em 18/09/18]
[!! Atualizado - Havia incompatiblidade entre os arquivos gerados pelo Repo-add e Repo-remove e depois quando se utilizava o Repose para manutençãp da base de dados; agora somente se usa o Repose]
Tutorial em Texto (Atualizado): https://docs.google.com/document/d/1syTqbeh9YOM-M8JYS_tjaleLkfESV74Q7pGEUQCZzO8/edit?usp=sharing
Tutorial em Vídeo: https://youtu.be/dAGWKwHJ4no https://youtu.be/NljLFBGERgI
== INTRODUÇÃO E BASE TEÓRICA ==
Os auxiliares ou ajudantes do Arch User Repository (AUR) automatizam certas tarefas para usar o AUR. A maioria dos auxiliares automatiza o processo de obtenção de um pacote PKGBUILD do AUR e a compilação do pacote.
*Atenção: Auxiliares do AUR não possuem suporte pelo Arch Linux. Você deve se familiarizar com o processo manual de compilação para estar preparado para diagnosticar e resolver problemas.
O Yaourt é um tipo de ajudante do AUR, porém tem-se visto ultimamente o seu desenvolvedor atualizando infrequentemente o pacote; na realidade, o Yaourt ainda funciona muito bem, porém é um bom hábito mudarmos para um auxiliar de AUR que possua um desenvolvedor animado e dócil, tanto para corrigir eventuais bugs devido a atualizações do Arch, assim como implementar funções que fazem sentido para sua comunidade.
Há um outro auxiliar de AUR muito bom escrito em Phyton e que ganhou fama rapidamente este ano, chamado de Aurman. Recentemente, o seu desenvolvedor parou com os canais de suporte direto aos usuários. Ficou irritado com tantos pedidos de funcionalidades e relatórios de erros do Aurman, e também com a ignorância dos usuários que reclamavam para ele de problemas que, na realidade, não tinham a ver com o Aurman, mas sim, por exemplo, com assinaturas GPG que não tinham sido importadas pelo próprio usuário, ou ainda PKGBUILDS que precisavam ser configurados antes da compilação.... Assim, tanto por conta dos usuários tanto por conta das pobres habilidades comunicativas do desenvolvedor, formou-se uma comunidade tóxica ao redor do Aurman.
Alternativas a esses dois grandes ajudantes de AUR são muito numerosos no mundo do Arch; o Yay tem uma boa piada de desenvolvedor na seção de "objetivos" na descrição do GitHub:
"Há um momento na vida de todos que se sente uma necessidade de escrever um ajudante de AUR porque há apenas cerca de 20 deles. Então diga oi para 20 + 1."
O Yay, programado em Go, depende de um monte de livrarias do Go. Se isso não for um problema para seu sistema, ele é super recomendável.
Ainda, em uma outra categoria de ajudantes de AUR (até agora não citamos nenhum ajudante de AUR que use "interface gráfica"), enquandram-se o Aurutils e o Bauerbill, que são coleções de scripts ao invés de algoritmos monolíticos como o Yaourt e Aurman.
Nesse tutorial, vamos instalar, adicionar um servidor do Pacman personalizado para o AUR, aprender a procurar pacotes do AUR, a instalá-los e a removê-los com o poderoso Aurutils e ferramentas do Pacman.
O desenvolvedor do Aurutils, Alad Wenter, propõe um ajudante com uma implementação com atributos de uma linguagem minimal, ou seja, uma linguagem de scripts como dash, e a preferência pela simplicidade ao invés da hiper-funcionalidade. A necessidade específica de ação de um programa segue a filosofia dos programas do UNIX.
Doug McIlroy, o inventor do sistema e um dos fundadores da tradição UNIX, resumiu (1994) a filosofia do mesmo muito tempo depois de sua criação da seguinte forma :
"Escreva programas que façam uma coisa e façam-na bem. Escreva programas para trabalhar juntos. Escreva programas para manipular fluxos de texto, porque essa é uma interface universal."
O Aurutils é na realidade um grupo de scripts que operam funções bem definidas. Vamos nos preocupar aqui somente com três dessas funções: Aursearch (busca por pacotes disponíveis nas bases de dados), Aursync (que irá usar vários scripts conjuntamente para fazer download do código-fonte e compilar um binário) e o Aurcheck (para checar por atualizações dos pacotes do AUR).
== INSTALAÇÃO & CONFIGURAÇÃO ==
O Aurutils não está disponível em nenhum repositório oficial do Pacman. O seu código-fonte encontra-se no AUR.
Se você já tiver um ajudante de AUR no computador como o Yaourt, utilize-o para compilar e instalar o Aurutils do AUR ( depois que estiver acostumado com o Aurutils, poderá remover o Yaourt -- é essa a motivação desse tutorial! )
Mas vamos supor que acabamos de instalar o Arch Linux e ainda não temos nenhum ajudante do AUR disponível no sistema. Nesse caso, vamos precisar usar as ferramentas do "Git" e o script do Pacman chamado de "Makepkg". Se não tiver o git, instale-o juntamente com suas dependências:
$ sudo pacman -S git
Abra um terminal e crie uma pasta "ajudanteaur", por exemplo, dentro da pasta do seu usuário:
$ mkdir ajudanteaur
Depois precisaremos entrar na pasta cridada:
$ cd ajudanteaur
Vamos clonar o código-fonte do Aurman pelo Git:
$ git clone https://aur.archlinux.org/aurutils.git
E dê um cd para a pasta aurutils que foi criada com o comando do git:
$ cd aurutils
Em seguida, vamos usar o script do Pacman para construir o binário e instalá-lo no sistema, mas antes precisamos adicionar a assinatura GPG do desenvolvedor do Aurutils no nosso molho de chaves no Arch , do contrário o binário não poderá ser compilado (vai dar erro):
$ gpg --recv-keys 6BC26A17B9B7018A
$ makepkg -si
Siga as instruções no visor para compilação/instalação do binário no sistema. Observe que deverá ser feita a instalação das dependências do Aurutils, também. Essas dependências incluem pacotes dos repositórios oficiais como: base-devel devtools vifm aria2 parallel expac repose . Para ter certeza que foram instalados:
$ sudo pacman -S base-devel devtools repose vifm vim aria2 parallel expac
Os pacotes mais importantes são "base-devel" e "devtools" (OBRIGATÓRIOS) que têm ferramentas para compilação de pacotes, "Repose" (OPCIONAL) que é um gerenciador de base de dados que vamos precisar no final, "vifm" e "vim" (OPCIONAL) para modificar arquivos de PKGBUILD e PATCH na linha de comando; "aria2" e "parallel" (OPCIONAIS) para downloads simultâneos; e o "expac" (OPCIONAL) que é um scrpit usado pelo Aursift, que tem funções avançadas de compilação para desenvolvedores de aplicativos...
== CRIANDO UM REPOSITÓRIO PERSONALIZADO DO AUR ==
Será necessária a criação de um repositório personalizado localmente e configurá-lo para ser utilizado pelo pacman. De acordo com o manual do aurutils, vamos primeiro configurar o repositório pessoal chamado "custom" e em um segundo momento vamos de fato criar o banco de dados "custom". Acredito que aqui a ordem dos fatores não altere o produto mas estou seguindo o tutorial do desenvolvedor.
Assim, comece criando um arquivo de configuração separado para o repositório personalisado "custom";
Como root, crie um arquivo de texto dentro da pasta "/etc/pacman.d/" com o nome "custom" e insira no arquivo de texto o seguinte:
[options] CacheDir = /vacache/pacman/pkg CacheDir = /vacache/pacman/custom CleanMethod = KeepCurrent
[custom] SigLevel = Optional TrustAll Server = file:///vacache/pacman/custom
Ainda como root, navegue até o arquivo "/etc/pacman.conf" e adicione a seguinte linha no final do arquivo, onde for possível:
Include = /etc/pacman.d/custom
Em uma janela de terminal, criaremos o diretório do respositório "custom" e depois povoar o respositório;
$ sudo install -d /vacache/pacman/custom -o $USER
Em seguida, caminhe até o diretório:
$ cd /vacache/pacman/custom
E depois vamos criar uma base de dados nova com o prohgrama Repose:
$ repose -vf custom.db
Explico, -v para verbose e -f para também criar um arquivo “custom.files” (uso do Pacman)
Por fim, sincronize as bases de dados com o Pacman:
$ sudo pacman -Syu
*Nota do desenvolvedor do Aurutils (página do manual): É recomendado usar-se o diretório de cache do pacman (CacheDir) como o provedor dos pacotes; isso evita que haja qualquer incompatibilidade entre os pacotes compilados e qualquer versão em cache. Por essa razão vamos seguir o tutorial original do desenvolvedor, mas se você quiser fazer pastas de cache para o Aurutils em outra localização diferente da que mostramos aqui, você deverá se atentar para modificar as configurações do Pacman lerem os diretórios adequados).
Configuração concluída!
== USO DOS SCRIPTS DO AURUTILS : AURSEARCH, AURSYNC E AURCHECK ==
Para procurar um pacote, usar o script "Aursearch"
$ aursearch [nome_pacote]
Para baixar o código-fonte de um aplicativo e compilá-lo como a maioria dos outros ajudantes de AUR, usa-se o script "aursync" (que roda os scripts do "aurfetch", "aurchain" e "aurbuild" em conjunto):
$ aursync [nome_pacote]
Se houver o programa "vifm", o aursync vai mostrar os arquivos de configuração para compilação do código-fonte, como PKGBUILD e PATCHES, e uma maneira de editá-los na interface de linha, do contrário o Aursync só vai mostrar uma lista com o nome dos arquivos que foram baixados; você poderá abrir e modificar esses arquivos, via interface gráfica, antes de dar prosseguimento à instalação;
*Atenção. Para SALVAR e SAIR do VIM e VIFM, aperte “Esc” e depois “:x”; Para SAIR do VIM e VIFM, aperte “Esc” e depois “:q”;
*Atenção. Se houver errors relacionados à falta da chave dos desenvolvedores no seu molho de chaves, adicione as chaves com o comando “gpg --recev-keys [CHAVE]”
Depois da compilação sem erros (que podem ser resultado de más configurações do PKGBUILD), será feita uma cópia do binário produzido no repositório "custom" que criamos, e automaticamente o Aursync irá atualizar o arquivo da base de dados e disponibilizará o registro do binário no repositório.
Porém, o binário que tem uma cópia no repositório ainda precisa ser instalado via Pacman no sistema operacional ( em /usbin ); esse é um passo normal que os ajudantes de AUR como Yaourt também fazem, porém faremos manualmente (se não me engano, no Aurutils não tem um gancho no script que faz essa parte ou eu ainda não descobri...).
Então, vamos sincronizar os repositórios, incluaindo o repo pessoal "custom", para o pacman saber quais binários estão disponíveis:
$ sudo pacman -Sy
Finalmente, podemos instalar o binário gerado pelo Aurutils no sistema. Note que o binário agora está disponível no repositório "custom" e reconhecido pelo Pacman para instalação no sistma (ou seja, instalação do binário na pasta /usbin ) :
$ sudo pacman -S [nome_pacote]
Note que o Pacman vai buscar o pacote do repositório "custom" que criamos anteriormente.
Para checar se há updates do AUR, rodar:
$ aurcheck -d custom
A flag "-d" diz para o aurcheck checar por atualizações no repositório "custom".
== MANUTENÇÃO DOS PACOTES DE CACHE DO AURUTILS & PACMAN ==
Depois de instalar e desinstalar vários pacotes pelo Aurutils, os códigos-fontes irão ficar guardados em "/home/$USE.cache/aursync", e uma outra cópia do binário compilado disponível no repositório "custom" em "/vacache/pacman/custom". Essa parte de limpeza geralmente é manual e deve ser feita periodicamente para economizar espaço em disco e consolidar a base de dados do Pacman e Aurutils.
Poderá limpar o cache de códigos-fonte em "/home/$USE.cache/aursync" sem problemas, porém os binários gerados da compilação desses cógigos-fintes ainda irão estar disponíveis no repositório "custom" do Pacman.
Para remover binários de versões anteriormente instalados que ainda estão disponíveis no repositório "custom", pode-se usar tanto o comando do Pacman ou o script de limpeza do Pacman, que são mais ou menos equivalentes. Prefere-se o método de script do Pacman, "Paccache". (Acredito que você poderá, mais seletivamente que o Paccache, deletar os pacotes com binários do repositório custom manualmente, e depois prosseguir para a reconstrução da base de dados do respositório).
O Paccache é um script poderoso e flexível para limpeza de cache do Pacman. Ele está junto com o pacote “pacman-contrib” de ferramentas mantido pela comunidade; se não tiver esse pacote ainda, instále-o com:
$ sudo pacman -S pacman-contrib
Para remover a disponibilidade dos binários de versões anteriores somente no repositórios personalizado “custom”, menos as três últimas versões de cada pacote (padrão), rodar:
$ paccache -rk 3 -c /vacache/pacman/custom
Onde “-r” é o comando de remover versões antigas; “-k” (keep) de manter o número n de versões do pacote instalado mais recentes; e “-c” designa o caminho do diretório de cache do repositório que queremos que o Paccache faça a limpeza;
Para remover todas as versões mais antigas, menos a versão atual dos binários, no repositório "custom":
$ paccache -rk 1 -c /vacache/pacman/custom
Para remover todo o cache de todas as versões de pacotes contidos no repositório "custom":
$ paccache -rk 0 -c /vacache/pacman/custom [*AVISO: Ação não recomendada pois o Aurcheck possivelmente não conseguirá procurar por atualizações de pacotes que foram removidos do cache; porém desde que o arquivo de base de dados “custom.db” não for atualizado com Repose, o Aurcheck ainda conseguirá checar por updates!]
*Atenção. Se o caminho do cache “-c /vacache/pacman/custom” não for especificado, o Paccache irá fazer a limpeza nos repositórios oficiais do Pacman e em quelquer outro repositório pessoal que tenha sido criado dentro de /vacache/pacman/ . Nesse caso, pode-se utilizar o comando do próprio pacman que é equivalente ao do Pacache para deixar as três últimas versões de pacotes nos repositórios com:
$ sudo pacman -Sc
Ou o comando abaixo para retirar todo o cache de binários disponíveis localmente de todos os repositórios (Cuidado!):

$ sudo pacman -Scc [AVISO:Comando *não recomendado também!]

Para que serve uma cópia do pacote de binário no repositório "custom"? Isso permite que o Pacman possa desinstalar um programa e reinstalá-lo no sistema mesmo sem acesso à internet; e se alguma atualização afetar negativamente um aplicativo, poderá utilizar o cache de um binário mais antigo do mesmo pacote (downgrade) que não apresente problemas.
Se você precisar fazer downgrade de um aplicativo, ou se quiser reinstalar um aplicativo que desinstalou, deverá fazer novo download do binário pelo Pacman ou recompilar pelo Aurutils pelas formas convencionais, e isso é sempre um risco já que você não sabe se uma nova versão do aplicativo irá realmente funcionar no seu sistema ao invés de usar um binário que já estava disponível no repositório pessoal! Além disso, com os pacotes com os binários já compilados no seu repositório personalizado local, poderá fazer uma cópia desse repositório no pen-drive e levar para um novo computadosistema e reinstalar todas as últimas versões dos aplicativos sem precisar compilar eles de novo do código-fonte.
Sempre que se desinstalar um pacote do sistema e quiser retirar o binário do repositório local “custom” ou limpar as suas versões antigas, é necessário atualizar a base de dados do repositório pessoal "custom" que é utilizado pelo Pacman manualmente, com a ajuda de um gerenciador de base de dados chamado "Repose" (instalado no primeiro passo deste tutorial); Navega-se até a pasta /vacache/pacman/custom e deleta-se os pacotes que não tem mais interesse e depois atualiza-se o arquivo da base dados da seguinte forma:
$ cd /vacache/pacman/custom
$ repose custom.db -v
O Repose irá atualizar o arquivo “custom.db” e -v para verbose que irá mostrar as operações que efetuou.
Para uma lista (-l) com os binários disponíveis no “custom.db”, rode dentro da pasta de cache:
$ respose -l custom.db
Nessa operação, o Repose irá verificar quais pacotes estão disponíveis de fato no cache do repositório e atualizar a base de dados. Então, é necessário usar o “cd” e caminhar até a pasta de cache do repositório “custom”, primeiro, assim o Repose poderá operar com os arquivos da pasta sem precisarmos especificar caminhos para ele.
*Em caso de manutenção e limpeza de pacotes, também não se esqueça de excluir os códigos-fonte na pasta “/home/[usuário]/.cache/aursync”
Agora, sincronize todas as bases de dados para o catálogo de programas ficarem disponíveis para o Pacman com:
$ sudo pacman -Sy
*Exclarecimento: os procedimentos manuais que qualquer ajudante ou wrapper do AUR substituem são os seguintes:
Download do código-fonte -> Compilação do binário e empactamento -> Cópia do pacote para um repositório local -> Atualização do banco de dados do repositório local -> Uso do Pacman para instalação do binário no sistema
== Exemplos de uso do Repose ==
IMPORTANTE: Caminhe até a pasta que se quer criar uma base de dados para sempre rodar os comandos da pasta em que irá de fato trabalhar:
$ cd /vacache/pacman/custom
Cria um arquivo de base de dados limpo, ou se já houver pacotes na pasta, atualiza a base de dados com os novos pacotes. Aqui, o arquivo da base de dados terá o mesmo nome que o repositório local e se chamará "custom.db":
$ repose -vf custom.db
A opção "-v" da verbose sempre pode ser utilizada para podermos ver o que o programa está fazendo, do contrário, o Repose só irá mostrar mensagens se houver algum erro ou aviso; e estamos usando de forma explícita a opção "-f" é para criar um arquivo adicional de banco de dados "custom.file" que é usado pelo Pacman (padrão).
Quando o Aurutils já tiver compilado um binário, criado o pacote para a instalação (xyz.pkg.tar.gz) e copiado ele para a pasta do repositório custom local, você poderá atualizar o arquido de banco de dados com o seguinte comando:
$ repose custom.db -v
Neste caso, como o Repose vai encontrar o arquivo "custom.db", irá simplesmente atualizá-lo e a opção "-v" vai mostrar quais pacotes ele está inserindo na base de dados (adding) e quantos retirando (dropping).
Assim, sempre que Deletar um pacote do cache do repositório local, atualize o arquivo de bacno de dados.
Após essas operações, não se esqueça de Sincronizar os repositórios do Pacman com:
$ sudo pacman -Sy
*Lembre-se que o Aursync já atualiza o arquivo do banco de dados automaticamente toda vez que compila um pacote novo.
== REFERÊNCIAS ==
1) https://wiki.archlinux.org/index.php/AUR_helpers_(Português)
2) https://wiki.archlinux.org/index.php/Talk:AUR_helpers
3) https://www.reddit.com/archlinux/comments/9aotjaurman_no_longer_being_maintained_publicly/
4) https://www.ostechnix.com/recommended-way-clean-package-cache-arch-linux/
5) https://www.reddit.com/archlinux/comments/7kxa9o/aurutils_reporemove_in_a_pacman_hook_and_list/
6) https://homepage.cs.uri.edu/~thenry/resources/unix_art/ch01s06.html
7) $ man pacman.conf Vide "REPOSITORY SECTIONS"
8) $ man aurutils
9) $ man aursync
10) $ man paccache
11) $ man repose

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