Brasil foto das meninas

Caso Joe Biden filho: eu vi os documentos assinados pelo conserto dos notebooks e também assinados pelo FBI um ano atrás pela receptação dos mesmos. Mesmo assim a mídia podre não publica nada por ser uma "suposta historia sem comprovação".

2020.10.22 10:00 meucat Caso Joe Biden filho: eu vi os documentos assinados pelo conserto dos notebooks e também assinados pelo FBI um ano atrás pela receptação dos mesmos. Mesmo assim a mídia podre não publica nada por ser uma "suposta historia sem comprovação".

Pois é ... pois é .... pois é....
Neste primeiro vídeo do canal FOX NEWS, no min 2:00 eles mostram o documento assinado por Hunter Biden na empresa de reparação dos notebooks, e logo a seguir o documento assinado pelo FBI recebendo os notebooks em dezembro 2019. Ou seja, a historia É REAL.
Agora alguns senadores estão começando a cobrar do FBI seu silencio. Também aparece um sinistro interrogante: por que até agora ninguém do comité do Joe Biden disse que estes e-mails e fotos intimas são FALSOS?
Pois pasmem, no min 2:40 do vídeo aparece nosso velho conhecido VERDEVALDO do Intercept gritando "ninguém na campanha do Joe Biden, nem o o Hunter Biden ou nenhuma outra pessoas tem sequer INSINUADO que estes e-mails e imagens são falsos".
https://www.youtube.com/watch?v=WAVp57zf5to
No Brasil, se vc. ler G1, Estadão, Folha.... o único que vai achar é "twitter e facebook bloqueiam artigos do NY Post por tentar publicar links de uma historia estranha que não tem comprovação sobre SUPOSTOS negócios do filho de Joe Biden na Ucrânia".
Eles noticiam como se fosse uma historia marginal sem muita importância, tipo "fofoquinhas naturais numa campanha pela presidência aos quais vocês leitores não devem levar muito a serio" .
No segundo vídeo vemos a Rudolph Giuliani fazendo declarações de cair o queixo ao canal NEWSMAX (pelo que observei tem 70 milhões de assinantes).
O Giuliani entre outras coisas mostra um e-mail (min 5:00) do Hunber Biden dirigido ao seu pai Joe Biden, comentando uma conversa com a sua cunhada (que também foi sua amante), sobre supostos encontros com garotas nuas de 14 anos, estando ele nu e drogado pelo crack. Também Giuliani diz que ha grande quantidade de fotos destas meninas e do Hunter nus no laptop, o que confirma o teor do e-mail.
Guiuliani também comenta sobre e-mails onde a "famíglia" Biden se divide a grana dos lobbies executados pelo seu filho nos últimos 30 anos (incluso na China), onde o "big guy" recebia 10% do dinheiro.
O "big guy" ja foi devidamente identificado sem duvidas como sendo Joe Biden, que seria o patriarca da "famiglia" (tem 5 membros na lista). Ele lamenta que Joe Biden tenha usado um filho viciado no crack durante todo esse tempo para arrecadar dinheiro fazendo lobbies mundo afora.
A seguir Giuliani reclama que tendo todas estas provas à mão, a grande mídia americana (ele cita textualmente uma por uma ABC,NBC,CNN,NY Times,Washington Post....) se recusam a informar ao publico, e que ainda na internet Facebook e Twitter bloqueiam as tentativas de mostrar a noticia.
https://www.youtube.com/watch?v=coFx3ZDXWrg
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2020.10.14 12:21 DonaBruxa_Deyse A Prostituta- Verídico

🕷🕸Relato recebido. Foi contado por uma mulher sobre seu contato com Setealém.🕸🕷
Eu sou Brasileira e morei em Milão/Itália entre os anos de 2003 à 2015.
Minha mãe tinha cidadania italiana, pois na sua juventude tinha sido modelo e morado na Itália. No seu tempo, chegou até a atuar em alguns filmes do de Sica. Mas minha mãe era fria, ruim, maldosa. Não dava a mínima pra mim. Ela era alcoólatra e me batia desde sempre.
Nunca conheci meu pai. Ela jamais citou seu nome. Sempre imaginei que fosse um italiano famoso e mantive a esperança de encontrá-lo. Minha avó era boa e me confortava após as surras. Contava que minha mãe nem sempre fora assim. Que era doce, meiga, sorridente. Mas que depois que voltou de vez da Itália pro Brasil, nunca mais fora a mesma. Tinha se transformado num monstro e que nem a reconhecia mais. Eu só pensava em fugir de casa. Minha avó morreu em 2002. Fiquei ainda mais sozinha.
Quando fui descoberta como modelo, não pensei duas vezes e fui embora. Minha mãe assinou os documentos e pela primeira vez na minha vida, parecia feliz por estar se livrando de mim.
Cheguei em Milão com 15 anos na esperança de seguir carreira como modelo. Sai do Brasil com um contrato assinado para desfiles de modas e realmente, desfilei por 2 anos. Porém, muitas meninas chegavam com o mesmo sonho, por ser um mercado com muita competição, os trabalhos foram diminuindo. Morava num apartamento perto de monte Napoleone e dividia com mais 5 garotas também modelos.
Comecei a trabalhar como vendedora pra uma loja de grife: Chanel. Mesmo recebendo comissão, era muito cara o estilo de vida que levava e tinha o sonho de ter sucesso na vida.
Uma das minhas colegas de apartamento, não escondia de nós que trabalhava como Ragazza imagine em danceterias e saia com clientes ricos depois dessas noitadas. Na verdade, ela era uma garota de programa e saia com a nata da sociedade milanesa.
Eu estava de saco cheio daquela vida e eu mesma pedi que ela me apresentasse para seu “chefe”. Era uma agência de “modelos”. Fiz fotos para um “book” que seria exibido para clientes que procuravam meninas com o meu perfil. O cachê para esses encontros partiam do valor de €1.500,00 por três horas de encontro. Esse valor livre em minhas mãos.
Nesse período em que trabalhei pra essa agência, sai com jogadores de futebol, políticos, artistas, sheikes árabes, milionários… Rolava sexo e muita droga. Eram homens generosíssimos e além do cachê pré combinado, ganhava gorjetas e muitos presentes. Nós não éramos obrigadas a usar, mas confesso que tornou-se um vício também. Numa sexta-feira, fomos chamadas para comparecer na agência.
Foi nos explicado que um cliente muito importante escolheria 7 garotas para um “evento”. Seria pago 17 mil euros para cada antecipadamente. As escolhidas seriam levadas por um motorista na data e horário combinado è trazidas de volta no fim do evento. Deveríamos assinar um termo de silêncio e que nada visto ou ouvido poderia ser divulgado. Meus olhos brilharam ao imaginar o valor que seria pago. Entrou então um avaliador. Ele estava ali para escolher as 7 meninas. Ele vestia terno caríssimo, sapatos que brilhavam, luvas pretas de couro, óculos escuros, mas eu pude sentir um desconforto toda vez que ele olhava para mim. Ele não falava nada. Parecia fraco, adoentado mesmo, pele amarelada. Todas as meninas vestiram biquínis, formamos uma fila e começamos a desfilar para ele. Ele apenas apontava o dedo para as que escolhia. Eu fui uma delas. Vibrei por dentro.
Houve uma segunda etapa da seleção, onde tínhamos que responder uma sequência de perguntas, que não faziam muito sentido naquele momento:
Você mora sozinha? Acredita em Deus e outros seres? Você tem medo do escuro? Transaria com um réptil? Qual período de tempo mais longo que aguentaria ficar sem beber água ou líquido? Acredita em orações ou rezas? Sabe dizer uma de cor nesse momento? Já ficou presa dentro de um quarto sozinha numa casa desconhecida? Você se considera uma pessoa capaz de guardar segredos? Se você desaparecesse, alguém sentiria sua falta?
Entre outras perguntas totalmente sem nexo....mas enfim, ricos são excêntricos, pensei!
Sai de la, com meus euros garantidos, porque no fim do processo, cada uma das 7 recebeu na conta o valor combinado. Deveríamos ir lindas e o tema da festa era “Mascarados”.
Sai da agência tão feliz. Resolvi comprar vestido, sapatos e bolsas novas. Comprei perfume e maquiagem. A festa seria na noite seguinte e meu motorista me buscaria as 19 horas em ponto.
No horário combinado, toda linda, eu aguardava no hall de entrada do prédio o tal motorista.
No termo que assinei dizia que não nos era permitido o uso/ portar nenhum aparelho fotográfico ou celular.
Então, parou um carro preto antigo, muito velho e desceu um homem tão estranho quanto o que me escolheu na seleção da agência.
Ainda assim de forma educada, sem olhar para mim, abriu e fechou a porta do carro.
Ele não trocou uma palavra comigo durante uma hora e meia até chegar ao local do evento.
Sabia que estávamos na região do lago de Como, mas nunca vira ali na Itália uma estrada tão deserta. Não cruzamos com nenhum Autogrill. Até chegarmos a um castelo antigo, que a primeira vista parecia abandonado. Estávamos no meio do nada e ali tinha um castelo! Ao adentrar no castelo, vi no meio do salão minhas 6 amigas. Estávamos lindas, ansiosas. Nos cumprimentávamos, quando ouvimos 7 rufadas de um tambor. Congelamos. Apareceu uma mulher vestida de preto e seu rosto escondia-se atrás de uma telinha do seu fascinator. Fez sinal para que a seguíssemos e fomos até outra sala ainda maior. Antes de entrarmos nessa segunda sala, a cada uma de nós foi perguntado ( pela senhora de preto): -Acredita na unidade daquele que é um só? Todas nós respondemos que sim ( nem sei dizer porque respondi que sim) e entramos no grande salão. Estava escuro e de repente, mais sete rufadas de tambor e a nossa frente, uma luz amarela acendeu. Era uma luz amarelada estranha, meio fraca, piscava e a nossa frente surgiam pessoas mais estranhas ainda. Ouvimos uma música que nos perturbava. Ficamos sem reação. Deveríamos dançar? Conversar? Sorrir?
Notei que aquelas pessoas pareciam pertencer a uma alta classe social porque por mais estranhas que fossem, havia muita pompa no modo delas vestirem-se e portarem-se. Repito que era tudo estranho e feio! Havia homens e mulheres e até crianças mascaradas naquela festa! Pessoas ricas com roupas tão surradas? Havia um cheiro muito forte no ar. Como se algo tivesse estragado ou em putrefação. A música era a mesma e eu já não entendia nada. Aos poucos, homens mascarados se aproximavam. Um deles, cambaleando chegou até mim, sorriu e NÃO TINHA DENTES. Me disse algo e seu hálito me atingiu... Inconscientemente, levei a não até a boca e nariz! Quase vomitei. Ainda assim, disfarcei e sorri. Quando ele encostou a mão gelada no meu antebraço, senti que cairia no chão.
Ele pressionou meu braço e me levou para dançar. Se é que aquilo seria dançar... davam uns pulos, tinham trejeitos e a falta de coordenação daquele povo poderia ser considerado patético!
Suportei por bem uns 10 minutos aquele bafo, mãos geladas sobre mim... Até que pedi algo para beber. Ele disse numa voz rouca mas fina, que não tínhamos permissão para beber nem comer.
Gente, que absurdo.
Porém, tinha levado meu pozinho mágico e seria obrigada a usá-lo para aguentar aquele show de horrores. Lembrando que já tinha embolsado meu dinheirinho, estava tudo Ok. Pedi para usar o banheiro e então a senhora de preto me levou. Iluminando o caminho com uma vela preta. O banheiro era a coisa mais NOJENTA que há vi na vida.
As privadas estavam todas sujas de m€£%¥. Tinha até vermes na água que fica parada no vaso. Pedaços de carne podres! Não tinha descarga. Ao tinha torneiras. Desisti de fazer xixi. Usei minha bolsa de apoio e fiz a maior carreira de minha vida. Quando voltei para o salão as pessoas tinham desaparecido. Só tinha uma mulher mascarada que me observava. Resolvi que deveria puxar assunto e caminhei na direção dela. Faltavam 5 passos e vi que uma senhora também de preto a arrastou. A mascarada gritou: - Eu sou você! ( disse meu nome!!!)Vá embora! Fuja daqui! Nós liberte desse inferno! Na confusão, sua máscara cai e pude ver seu rosto. Aquela mulher era idêntica a mim! Era eu num outro corpo. Nada pude fazer... A vi ser levada. Minhas colegas já tinham sumido e eu fiquei sozinha ali. Senti as mãos geladas no meu braço outra vez. Era aquele horrorizo novamente. O povo parecia ser muito ruim de festa. Ninguém falava, ninguém tia ou cantava, vão podíamos comer ou beber! Fui levada até um quarto . Passamos por corredores frios e escuros. Eu e ele! Meu coração batia forte... Não sabia se era a droga ou o medo. Comecei a escutar gritos ao passar por outros quartos. Chegamos ao “nosso” quarto! Era tão ridículo e feio quanto todo o resto até aquele momento.
Uma vela preta estava acesa. A única luz naquele quarto frio.
Tinha chegado a hora.. Teria que fazer jus ao dinheiro pago por aquela noite. Estava arrependida já!
Comecei a me despir, o homem, tirou a máscara e falou:
-NÃO OUSE!
Paralisei!
-Sente-se!
Ela falou comigo sem abrir a boca!
Sentei e ele me explicou:
-Eu sou seu irmão. Sou filho da mulher que gritou seu nome. Meu pai aprisionou ela aqui há anos. Ele é prefeito aqui. Você está num lugar que não existe. Aqui é o meio. Aqui é Sathlem ( algo assim)... Não sei escrever ou repetir. Prometi à ela que te libertaria. Suas amigas jamais voltarão. Já pertecem a esse lugar.
Quanto mais ele falava, mais lúcida eu ficava. Será que esse pozinho era tão forte assim? Só pensava nisso?!? Como eu poderia estar pensando nisso?Meu Deus, estou tendo uma overdose! Não é possível!
E o estranho concluiu meu PENSAMENTO: - Não, você não está alucinando ou alterada. Você foi despertada pelo UM SÓ! Não fale mais nada para não desperta-lo!
Comecei a chorar! Queria devolver o dinheiro! Queria ir embora.
Comecei a ouvir passos... Como se um gigante se aproximasse. O estranho fez sinal para eu calar a boca. Não era capaz de controlar meu choro. Até o estranho pressionar com o dedo um ponto na minha garganta! Doeu muito. Ouvi ele pedindo desculpas por fazer aquilo e perdi os sentidos.
Acordei na minha cama. Estava com o vestido e sapatos da festa.
Tinha um bilhete escrito na comoda do quarto escrito assim:
Senti tanto medo. Jurei que nunca mais beberia ou me drogaria na vida e pararia com aquele “trabalho” Realmente, nunca mais fiz nada daquilo.
Meu telefone tocou e era o agente. Precisava ir até a agência.
Fodeu, pensei! Fodeu, fodeu, fodeu!
Mas fui... Porque sabia que se vão fosse, eles viriam ate mim. Meio que você começa a fazer parte da máfia! Você tem que prestar contas!
Fui com o coração na mão! Bom, pensava a, gastei o dinheiro somente com o vestido, bolsa, sapatos e maquiagens. Não tinha gastado tanto e teria como cobrir os gastos e devolver os 17 mil.
Quando cheguei lá, o agente me tratou tão bem... Disse que eu tinha sido venerada e exaltada. Que tinha sido profissional e me destacado . Gostaram tanto de mim que pediram meus dados bancários porque me fariam um agrado!
Entendi que o agente tinha sido recompensado. Perguntei sobre minhas colegas e ele mudei de assunto: -Que colegas? De quem você está falando?
(NUNCA MAIS AS VI!) Não eram amigas. Nas as viagem festas e tal... Jamais as vi novamente.
Fui até um ATM e quando solicitei meu saldo, quase caí de costas! Havia sido depositado na minha conta alguns muitosssss 00000000000 de euros.
Com essa grana, mudei minha vidaComprei um apartamento e carro. Estudei. Conheci um grande amor. Tenho filhos. Moramos na Bélgica. Sou estilista de moda e tenho minha grife!
Tenho sonhos recorrentes com aquele lugar onde estive. Meu marido sempre comenta ter a sensação de estar sendo seguido ou observado. Diz ver carros estranhos parados na rua de casa. Comenta sobre carros estranhos! Digo que é apenas impressão dele!
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2020.09.16 18:41 bellaciabr Razões para conhecer o site Bella cia

O Bella Cia é um site direcionado ao entretenimento adulto, conceituado no litoral de Santa Catarina onde é atuante desde 2011. O Site oferece anúncios de acompanhantes em todo o Brasil, atrizes pornôs, garotas de programa, modelos, massagistas, travestis, gays e casais. Todos os anúncios possuem fotos, dados pessoais e telefones particulares dos anunciantes para contato direto.
Este site vem inovando a cada ano, pelo seu sucesso no lindo litoral de Santa Catarina, conhecido por suas belas praias, belíssimas mulheres, baladas muito conceituadas e uma diversidade de entretenimento adulto.
Agora o Bella Cia almeja ampliar seu mercado. No ano passado (2019) o site buscou a melhor tecnologia para expansão, na atualidade as anunciantes têm total autonomia para criar os perfis e atualizá-los, mas existe uma preocupação com a qualidade do serviço prestado ao cliente final, apesar de muitas cidades no Brasil possuírem anúncios gratuitos, as anunciantes precisam se comprometer em atualizar os perfis e colocá-los no ar a cada 30 dias.
Na busca por uma acompanhante ideal o site tem muitas informações relevantes, o acesso é de fácil entendimento, com boas informações e rápido acesso a fotos e contatos, assim o cliente consegue fazer uma busca assertiva para realizar seus desejos sexuais.
Além de ser um site visualmente bonito, com lindíssimas acompanhantes de Luxo, ele ainda oferece um diferencial muito especial para seus visitantes. O Bella Cia conta com um processo manual de verificação de fotos, onde as meninas precisam comprovar a veracidade de seus perfis, assim os clientes mais exigentes podem entrar em contato somente com as acompanhantes que comprovarem ser as mesmas das fotos divulgadas.
Mas inovação mesmo está na busca por atrativos aos seus visitantes, hoje o Bella Cia conta com a possibilidade de seguir as anunciantes no site, viabilizando um contato mais próximo com as modelos preferidas, assim o cliente acompanha as atualizações de seus perfis e fica por dentro das novidades das acompanhantes.
O site também conta com um Blog, onde posta notícias, novidades e perguntas quentes com ensaio fotografico de modelos. Por fim, você que adora uma rede social vai amar a última novidade, o site contará com uma Timeline onde os seguidores poderão acompanhar de pertinho suas acompanhantes preferidas, que diariamente vão postar fotos provocantes.
Se você busca um site de acompanhantes que trabalha com inovação, lindíssimas modelos e acesso rápido a fotos e perfis, o Bella cia é o lugar certo! O site tem a acompanhante ideal para satisfazer seus desejos.
TOP CIDADES
Acompanhantes Balneário Camboriú
Acompanhantes Bluemanu
Acompanhantes Joinville
Acompanhantes Passo Fundo
Acompanhantes Ponta Grossa
Acompanhantes Itajaí
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2020.08.26 00:01 MegaNose337 Privilégios e a visão social meio esquisita dos brasileiros

Eu venho de uma condição bem privilegiada, talvez alguns até chamem de berço de ouro. Nunca tive mansão, jato, carro de luxo ou qualquer coisa do tipo, digamos que eu estou na classe média alta e nunca me faltou nada, sempre tive tudo que eu precisei: estudos, alimentação, lazer, amizades, etc. Meu avô não tinha nem chegado ao ensino médio e o meu pai batalhou, trabalhou na adolescência, se formou e se tornou uma pessoa bem sucedida (uma trajetória semelhante aconteceu com a minha mãe), não vou mencionar os empregos deles aqui mais pra não me expôr tanto mesmo. Uma situação que andou me incomodando muito nesses últimos tempos é sobre como a sociedade enxerga a questão dos privilégios, pobreza, riqueza, etc. O que começou as minhas reflexões constantes e sem fim sobre essas questões foi aquela treta no twitter da menina que foi xingada porque postou fotos do passeio internacional que o colégio dela teve (eu nunca nem saí do país e adoraria visitar a Europa, mas o que diabos eu ia ganhar tentando fazer uma pessoa que já teve essa oportunidade se sentir mal?). Eu não me afetei tanto por isso porque não sofri esse tipo de comentário diretamente, mas começou a me incomodar um pouquinho mais quando as pessoas começaram a comentarem esse tipo de coisa pra cima de mim. Aquele clássico lance do "aaaaah o filhinho de papai que nunca precisou ralar na vida" ou o "aaaah playboy" ou outros comentários do tipo e eu fico "MANO?!?!". Eu nunca neguei que o Brasil possui uma tremenda desigualdade social e nem desmereci ninguém por causa de renda ou trabalho (o que eu considero não ser mais do que minha obrigação), mas mesmo assim as pessoas adoram esfregar na cara o tanto que eu tenho em relação à elas ou à realidade brasileira (inclusive bloqueei e cortei laços com várias pessoas que eu até gostava porque elas faziam isso). Eu acho que inclusive isso não fica só na classe financeira e essa "luta de classes" acabou se estendendo para todas as relações de desprivilegiado/privilegiado, principalmente no twitter ("ah, como mulheres, negros e pobres sofrem, tem mais é que debochar e avacalhar homens, brancos e ricos mesmo") o que eu acho um erro tremendo, visto que quem tá em cima também tem um papel importante na sociedade. Eu adorei esse lance da sociedade brasileira ter mudado e ter passado a achar inadmissível desprezar as pessoas simplesmente por terem menos dinheiro, mas precisava ir tão longe a ponto de inverter os pontos e debochar de quem tem dinheiro? Não faz nem sentido isso pra falar a verdade. Pra falar a verdade eu acho que isso tudo começou com essa modinha de Trap, que eu enxergo simplesmente como uma vertente do Rap só que sem mensagem e com um bando de idiota ostentando roupinha de marca, exaltando coisas erradas, tendo falas machistas, xingando brancos/ricos e chamando todo mundo que não gosta desse gênero musical de racista. Esse contexto todo fez eu me sentir bem mal com o fato de eu ter muita condição em relação à tanta gente no Brasil e acabou me transformando numa máquina esquisita de absorver conhecimento. Eu tenho 18 anos (quase 19) e estou no segundo semestre da faculdade, me esforçando muito, estudando três línguas (todas essas bem difíceis), tocando instrumentos, estudando vários conteúdos que não são do meu curso apenas pela sensação de absorver conhecimento e eu não tenho certeza se isso é o melhor caminho a se tomar, mas por enquanto isso me desperta um certo prazer. Resumindo: a desigualdade brasileira somado à esse comportamento agressivo que as pessoas tem comigo por ter mais condições me despertou uma vontade muito grande de emigrar para um país menos desigual e criar uma família por lá, onde tudo seja mais igual e livre dessa mentalidade esquisita do brasileiro.
Desculpa se o texto ficou uma merda/confuso, tava tentando juntar as ideias e ir escrevendo no impulso mesmo, sem pensar bem na estruturação do texto
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2020.07.29 22:06 CoolVaporwavePoster Guia de como ficar com mulheres/homens

Recentemente, tenho visto vários tópicos de gente reclamando que não pega ninguém, às vezes vários posts por dia. Vim aqui compartilhar dicas com 100% DE SUCESSO À MÉDIO PRAZO, não importa quem seja você. Eu garanto, se você seguir isso daqui, vai ter pegado alguém em, no máximo, 1 ano. Sem mais delongas, aqui vai:
Pare e reflita. Você é gordo(a)? Se sim, procure pessoas com o mesmo nível de gordura, proporcional à altura/gênero. Você é feio(a)? procure pessoas que são feias também (tem que ser honesto na auto-avaliação). Você é muito baixo(a)? Se for homem, procure meninas com 1,50 ou menos (tem várias no brasil). Se for mulher, saiba que a maioria dos caras não se importa.
Não é nenhum dos anteriores, mas não sai de casa? Não se preocupe, ponha fotos (de preferência mais de uma, de preferência corpo inteiro) nas redes sociais. Não usa redes sociais? Ponha fotos em reddit e chans da vida, ou Tinder. E converse com as pessoas. Eventualmente alguém que você se interesse vai aparecer.
Tem problemas com tamanho do pau, tamanho dos peitos, manchas na pele, etc? Não se preocupe, a maioria das pessoas não se importa. Isso é uma visão disorcida que as pessoas pegam da pornografia.
BONUS: se vocês forem da mesma etnia, fica ainda mais fácil (não estou dizendo que é certo, estou dizendo o que acontece)
É isso. Se seguirem este pequeno manual podem ter certeza que encontram alguém em menos de 12 meses. Se tiverem alguma dúvida, só perguntar.
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2020.03.14 07:54 FacchiniBR Domingo os Backstreet Boys farão show no Allianz Parque para 55 mil pessoas, e isso só me prova cada dia mais como o brasileiro médio merece o país lixo que têm e as empresas fortemente não se importam com nós. Please come to Brazil my ass.

Edit: o show foi adiado. Uma conhecida postou uma foto no hotel que ela trabalha em SP com a produção dos caras chegando (pros curiosos, Hotel Emiliano, e também pros curiosos a produção está lá e não a banda, a banda está no ‘4 estações’.), e ela trocou uma breve ideia com um dos caras e eles disseram que só descobriram da situação em SP ao chegar em SP, inclusive questionaram ela sobre muita coisa, se soubessem disso antes teriam já informado de imediato. No mesmo minuto decidiram adiar para setembro/novembro, avisaram a banda e os caras nem questionaram, dizendo que infelizmente para o bem de todos é o melhor a se fazer. Para as fãs e os fãs, capaz que seja fácil encontrar os caras perambulando por SP, já que deram uns roles pelo RJ ontem mais cedo de havaianas e tudo. Kudos pros caras, infelizmente eles não sabiam pois não foi passado, ao descobrirem já adiaram e ponto final.
Ano passado, eu e minha esposa compramos os ingressos pois é uma banda que ela gosta desde a adolescência, até aí tudo bem, tenho 32 anos e já paguei pra ir em coisas muito piores na minha vida.
Hoje o governador proibiu eventos com mais de 500 pessoas, declarou fechamento de escolas e tomou várias medidas pra evitar maiores contaminações.
O show teve 55 mil ingressos vendidos.
O que a empresa organizadora fez?
Um cara chegou a falar que vai ligar na Polícia e falar que tem uma bomba no estádio e mandaram ele parar de ser invejoso pois não conseguiu comprar um ingresso e quer estragar o show dos outros.
Pessoas estão vindo de outros estados onde nem casos de Covid-19 foram reportados até o momento, eu tenho certeza que quinta feira vão ter confirmações até no Acre, tem gente dentro de ônibus vindo pra cá já. Uma menina de rondônia falou que ia pra chácara de uma amiga passar o fim de semana e tá vindo pra SP ver o show.
A pior parte é que a empresa organizadora (Live Nation) cancelou TUDO ao redor do mundo, somente esse show foi mantido. Cancelaram o Coachella, mas o Brasil que se foda.
Eu estou extremamente puto, são 3:45 da manhã e isso está comendo minha mente que tive que levantar da cama pra soltar esse rant, e tenho uma reunião seríssima logo cedo.
Desculpem pelo textão, mas acredito que aqui seria o único lugar onde eu poderia escrever tudo isso.
Se daqui 15 dias não tiverem casos em outros estados, o biotônico e as balinhas de própolis de nossa infância realmente não eram simpatias.
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2019.12.13 12:10 Cyberthinker Atenção homens! Cuidado quando lidam com crianças para não serem acusados injustamente. Sou professor e pai me ameaçou com medo que eu assedie suas filhas.

Acho importante compartilhar minha experiência para que os homens tomem mais cuidado ao lidar com crianças. Sou professor, e para minha própria proteção, hoje em dia não aceito dar aula para menor de idade caso precisemos ficar só eu e o aluno sozinhos na sala.
Trabalho em uma escola que oferece aulas individuais. Passei a dar aula para duas irmãs de 9 e 12 anos. A mãe ia levar. Tudo tranquilo por umas duas semanas, elas adoravam as aulas, nos demos bem. Até que um dia o pai foi buscá-las e me perguntou: "VOCÊ FICA SOZINHO COM MINHAS FILHAS NA SALA? (mesmo a parede sendo de vidro, estilo da escola). TOME CUIDADO PORQUE SE ELAS ME CONTAREM QUALQUER COISA ESTRANHA, VOCÊ VAI SABER PRA QUE ISTO SERVE." Ele me mostrou o punho, realmente me ameaçou fisicamente de forma bem direta. Relatei para o diretor da escola e desisti dessas aulas. Já na aula seguinte, colocamos uma professora mulher pra dar aula para as meninas. Eu também dava aula para uma pequena de 6 anos, a mãe assistia à aula na maioria das vezes, outras vezes deixava-a sozinha comigo sem problemas. Nem passava pela minha cabeça essa questão, eu dava aula sem medo e ficava sozinho com as crianças de forma muito natural. Mas depois disso, hoje realmente não aceito.
Tentei me colocar no lugar desse pai e entender a preocupação: um homem estranho sozinho numa sala com minha filha! Pensando por esse lado, eu também ficaria com receio.
Por outro lado, a gente vê vários casos em que as crianças às vezes inventam, os pais perguntam, induzem a uma resposta, e elas respondem... tem vários casos assim de homens acusados injustamente. Eu tomo muito cuidado, até com minhas sobrinhas... Quando elas me veem, já pulam no meu pescoço, adoram brincar comigo, me abraçar, me beijar... eu sempre fico com a porta aberta e procuro ficar próximo a outras pessoas.
Recentemente, teve o caso da mãe que levou sua filha pequena pra tirar fotos com o papai noel. A mãe percebeu um volume maior que o normal no seu saco e o acusou de pedofilia, achando que o homem havia ficado excitado com menina no colo. O homem diz ter laudo médico que comprova problema nos testículos... diz ter sido acusado injustamente, perdeu o emprego e teve cara e reputação expostas pro Brasil inteiro nas redes sociais como pedófilo. Se ele está dizendo a verdade, é realmente complicado. E mesmo sem problemas nos testículos, é normal ter ereção involuntária, eu tenho várias por dia, a gente não controla, é algo natural.
Enfim, é claro que as crianças correm perigo! Mas os homens também precisam tomar cuidado. Então fica o alerta.
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2019.09.22 00:34 taish Minha experiência com SRS, parte 1: escolher um cirurgião

Essa é a parte 1 de ?, sem periodicidade definida. #2: A cirurgia e os dias no hospital #3: O primeiro mês de recuperação
Este, como qualquer relato, se refere à minha experiência, com o meu cirurgião, nas minhas circunstâncias de saúde, anatomia, etc, e não é de nenhuma forma uma narrativa universal. Não custa lembrar: aversão à genitália natal ou não, desejo de SRS ou não, nada disso define ser trans.
Pra mim essa é uma das partes mais crueis da experiência trans: que a transição médica não seja estabelecida, equilibrada e disponível universalmente. Terapia hormonal? Terrível achar algum endo que acompanhe. E um que saiba o que tá fazendo? Tão difícil que cabe à gente saber mais de HRT do que eles. E não se trata de apontar dedos aos profissionais; mesmo se seguissem os protocolos mais decentes, ainda assim estaríamos tateando e procurando apoio em experiências coletadas na comunidade, porque a gente simplesmente não sabe. Não há estudos nem perto do suficiente pra apontar a melhor forma de fazer substituição hormonal em pessoas trans, então cada qual escolhe a abordagem preferida e espera ter feito o melhor.
Cirurgia transgenital? E essa então. Que bom que existe, puxa vida; desde os anos 1950 inclusive, e cuja técnica vem sendo aprimorada com o tempo. Mas as boas notícias eram essas. É uma cirurgia inacessível à maioria das pessoas trans, seja pela disponibilidade/espera do SUS, seja pelo preço de uma cirurgia particular (que se parar pra pensar, nem é tão cara; 40-50 mil é o que pedem por um carro. A diferença é que o veículo pode ser financiado em 365 vezes, diferente da cirurgia que salva e melhora a qualidade de vida de uma população.) E mesmo quando se pode pagar, existe a complexidade do quem. A quem entregar a chance singular de conquistar uma vida mais confortável no próprio corpo; o fato de que alguns resultados são melhores do que outros, seja do ponto de vista médico/ prático/ funcional, seja do estético, e que isso pode depender de dinheiro, é uma conclusão muito dolorida pra se chegar. E quem espera pelo SUS, nem (a ilusão?) da escolha tem.
Passei dois anos e meio na fila do no SUS. No convênio com o programa do hospital, a União paga duas cirurgias por mês, uma pra homens, outra pra mulheres; e na última vez que tive os dados, havia pouco mais de 60 mulheres aptas a operar na minha frente. Quer dizer, por baixo uns cinco anos. (No centro do país, passa de dez.) Essa demora era minha primeira angústia.
A segunda, e maior, era a falta de informação sobre a técnica usada na cirurgia. Nos encontros quinzenais, participavam psicólogos, psiquiatras e a enfermeira responsável pelo pós-cirúrgico, mas não tínhamos ninguém da equipe de urologia, responsável pela operação. Ficávamos sabendo nos corredores sobre as complicações dessa e daquela, sobre como não fazem pequenos lábios, nem fazem o capuz do clitóris, e como são apenas 2 noites no hospital, e que começaram a liberar as meninas no dia seguinte à cirurgia... E eu implodindo de ansiedade. Vendo colegas de grupo chegando com o texto "não me importa o que façam, o que eu preciso é tirar isso do meio das pernas", vendo os responsáveis por operar atendendo a esse mantra, e eu enlouquecendo brigando pra que tivessemos a melhor cirurgia possível, questionando a contratação de um cirurgião plástico que participe da cirurgia, como previsto na portaria do SUS. Depois de reivindicações organizadas e abaixo-assinados, houve encontros com a equipe de Urologia. Foram dois, mas o cirurgião responsável faltou a um deles, e só falamos com residentes. Não vou narrar aqui minhas impressões sobre os encontros, mas basta dizer que saí completamente abalada, e pior do que havia chegado, de ambos.
Foi um período péssimo: estar entre fazer uma cirurgia que eu considerava insuficiente pra mim, e na qual eu não tinha qualquer confiança, e desistir da cirurgia e manter o que me fazia infeliz e impedia qualquer vida romântica ou sexual. Que escolha, né? E depois eu me surpreendo por ter crises de pânico... Me sentia sendo puxada à força pra mentalidade "não importa o que fizerem".
(E então, será que importa? Pra ser justa: vi meninas lá felicíssimas com os resultados, com boas recuperações e funcionalidade /sensibilidade completa. Vi resultados muito bonitos; mas também vi fotos que me deixaram chocada, e conheci histórias de terror. Dia desses li um artigo no SciELO com estatísticas do ambulatório: em pesquisa com mais de 180 mulheres, aprox. 20% teve complicações. Ainda assim, o número de respondentes que se arrependeu da cirurgia foi zero. Dá o que pensar, né? Disforia não é bolinho. Será que importa, afinal de contas, quem vai fazer o procedimento em mim? Se eu vou ter pequenos lábios ou não? Eu me fiz muito essas perguntas nesse meio tempo.)
A imagem mental projetada no futuro acabou me apontando caminho. Ao pensar no dia da cirurgia a qual estava na fila, no momento de estar sendo levada pro centro cirúrgico, eu me via ansiosa, preocupada, com medo, e na melhor das hipóteses tendo que me contentar com a opção que me foi possível obter. Ao pensar numa cirurgia com um profissional que eu escolhi, me via acordando da anestesia repleta de esperança, alívio e alegria. Essa imagem foi minha guia até o dia da operação; quando ficava ansiosa sobre algum motivo, me perguntava como estaria me sentindo ao acordar da anestesia. Enquanto a resposta fosse aquele sentimento bom e quentinho e reconfortante me invadindo, eu sabia que tava tudo bem.
Então eu fui demitida do emprego onde estive por muitos e muitos anos, e apesar do terror que eu viveria pelos próximos seis meses, pude sacar um FGTS justo pra fazer a cirurgia, donde me surgiu a oportunidade que até então era totalmente nula.
Nesse período de expectativa pela cirurgia via saúde pública, explorei longa e dolorosamente a ideia de ser operada por uma equipe sem qualquer empatia, contato ou humanidade aparentes, tendo apenas uma forçada fé cega na eficiência técnica ao realizar o procedimento. Esse "trauma" fez com que o critério número um, e minha prioridade maior na escolha de um cirurgião particular, fosse a confiança. Eu precisava confiar que tava entregando minha vida na mão de alguém que se importa.
Sendo assim meu pensamento imediatamente se voltou às cirurgiãs americanas. Mulheres são mais empáticas, e algumas das melhores inclusive são trans. No entanto os preços lá são proibitivos pra minha realidade (e a de quase todos), além de filas de espera de três a quatro anos. O destino sempre a considerar é Tailândia; restringindo a Suporn e Chett, que tem vastíssima experiência, além de ótimos resultados. Mas não me sentia bem com a ideia de ser apenas mais uma estrangeira passando por ali, me achando meio anônima, e incomodava que, caso necessário, meu cirurgiâo estaria do outro lado do globo. Acho que são uma alternativa absolutamente válida, até por estarem entre os melhores do mundo; mas pessoalmente eu achei que não teria a tranquilidade e o cuidado que julgava necessitar psicologicamente.
(Porque não adianta: fazer uma escolha é eleger prioridades. Isso é parte daquela crueldade, também.)
Além disso, com o dólar pirando na batatinha, a função thai ficaria bem acima do que eu tinha. Isso significou que meu cirurgião estaria ou no Brasil, ou na Argentina. Fiz um levantamento, toda pesquisa que pude, e consultei com dois: o Fidalgo, da Argentina, e o Márcio aqui do Brasil. Do primeiro tive dois relatos em primeira mão, vi fotos, e ouvi só coisas ótimas. O Fidalgo é o 'pai' da SRS por lá e tem décadas de experiência. No trato, é um senhor querido, bonachão, tranquilo e simpático; e o preço que pedia era o mais baixo que encontrei. Já o Márcio, além de próximo geograficamente, não faz inversão peniana tradicional; oferece uma técnica que usa mucosa jejunal pra fazer o canal da vagina, que sempre me pareceu muito boa opção, por vários motivos. E me marcou muito que na consulta ele disse que usava a técnica que mais se aproximava "do que deveria ter sido desde nascença". Acho que cada pessoa tem seus "botõezinhos" e isso acionou o meu; é o que eu queria ouvir, a compreensão -- e o compromisso -- do porque eu tô fazendo essa cirurgia. Era o oposto do que eu tinha originalmente e bem o que procurava.
Por técnica e ethos, optei pelo Márcio. Não vi nenhuma imagem de resultado dele; sei que pra muitas isso é um absurdo, mas todo cirurgião diz que resultado depende do material original e da cicatrização, e eu boto fé -- já vi resultados de todos os tipos por aí, incluindo variações do mesmo profissional. Claro que é inegável que cada um tem sua técnica e estilo, e claro que a estética me preocupa, mas essa não era a prioridade. No fim das contas, acho que um pouco do "qualquer coisa desde que tirem o original" grudou em mim; eu estava ok em aceitar o que viesse, desde que fosse com alguém em quem eu confiasse que entende a minha necessidade, e faria o seu melhor. (E é evidente que isso é o que se espera de todo profissional, principalmente um médico, e especialmente um particular, mas vai vendo.)
O resto, bueno, é história em andamento. São ainda apenas oito semanas; vou esperar o lento desenrolar do desinchar pra fazer uma avaliação mais geral, mas estou satisfeita com minha escolha até agora, e a faria novamente (e talvez vá fazê-la em breve). Não posso dizer que acordei "da anestesia repleta de esperança, alívio e alegria" como desejava, porque acordar da anestesia é uma neblina mental que nussssa -- mas esse é o sentimento que vem comigo desde que despertei direito :) Em que pese essa ansiedade da longa fase de recuperação (em que vou indo muito bem obrigada), que exige psicologicamente pelas esperas e cicatrizações e restrições. Não vejo a hora de estar pronta, mas como me lembra minha analista, pra quem esperou uma vida, o que são mais uns meses?
Que fique claro: a mensagem desse post não é "escolha X", mas "escolha o cirurgião certo pra você". É preciso elencar prioridades, e ir onde o desejo e a confiança mandam. Esse processo é cheio de variáveis que não podem ser controladas, então pra não pirar, vale mesmo ir onde o coração manda. O que é preciso é estar confortável pra encarar o processo, porque a gente sabe como o psicológico interfere no físico, principalmente numa recuperação como essa.
E muita torcida e muita luta pra que toda pessoa trans no Brasil possa fazer a cirurgia transgenital se assim quiseprecisar, e escolhendo com quem. O processo transexualizador do SUS foi um importante avanço social conquistado, mas como está posto, é duramente insuficiente, e até antiético ao forçar um cirurgião específico (ou sua equipe de residentes). Ressarcir as pessoas trans que podem complementar o valor cedido pelo SUS (aqui 28-32 mil, fontes não-oficiais) daria mais agência à parcela que tem como compor o custo; diminuiria as filas de espera; geraria uma saudável competição que potencialmente pode baixar valores e incentivar o desenvolvimento técnico. Acredito que veremos sentenças judiciais favoráveis a esse entendimento da questão, à medida em que mais e mais pessoas denunciarem na justiça as esperas absurdas que se interpõem à normalidade e à recuperação do potencial de suas vidas -- direito garantido pelo próprio processo transexualizador do SUS.
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2019.09.04 10:07 jwachowski tempo de estio

Recebi um match no tinder. Abriu o pop up de conversa. Não lembrava de ter dado match nela também mas foda-se, eu dou match em todas que fazem meu tipo e até nas que não fazem. Vai que cola. Na foto ela tinha um sorrisinho que se fechava junto com seus olhos. O cabelo bem liso e grande. Não notei que a cor dele estava mais para um castanho brasil quase da cor da sua pele morena, até nos encontrarmos pessoalmente.
Papo vai papo vem ela já sabia o que queria e eu também. “Vamo comer uma pizza pra gente conversar melhor” Ela disse e quase que instantaneamente eu já estava com meu golzinho branco na frente da casa dela. Quando ela saiu: rapaz olha o tamanho da mulher, caray…. Que mar era aquele vindo em minha direção. Vontade de mergulhar naquele decote. Tinha uns traços indígenas bem de leve, era mais na cor da pele e pelo cabelo como eu disse antes, bem liso. Bem arrumado e cheiroso como sempre, eu já a esperava do lado de fora do carro. Pela primeira vez nos olhamos nos olhos, agora não mais digitais e não é que ela tinha um sorriso que sorria junto com olhos mesmo, lindos de morrer. Puta que pariu e aquela voz rouca.
Eu já tinha sacado que ela era direitona desde do primeiro oi. Na verdade, ela era aquele tipo de pessoa que apenas não quer falar de política mas que sempre cai para a direita na primeira oportunidade. Pensei nisso enquanto via alguns memes e fotos do inominável na tela do celular dela mas ela tava tão cheirosinha também que eu também não tava nem aí.
Chegamos na pizzaria e eu estava morrendo de fome, bicho. Só queria comer aquela redonda inteira na mão mesmo sem garfo e faca mas o tempo que eu passei na França não me deixava ser um troglodita como talvez ela tivesse acostumado. Sentei na frente dela para manter o contato visual. E enquanto a pizza não chegava ela tomou dois chops de vinho e ficou solta que nem criança. Era bonitinho ver ela rindo à toa. Achei estranho ela beber assim no primeiro encontro e ficar tão solta mas depois percebi que aquele tamanho todo de mulher escondia também sua idade bem inferior do que eu suponhava.
Quando a pizza chegou ela já meteu a mão em dois pedaços. Essa era das minhas. Boa de garfo. Agora só precisava saber se era boa de cama também. Nós devoramos aquela pizza numa garfada rapidinha e antes que o nível de vinho baixasse no nosso sangue fomos para o motelzinho Sade Adu que havia ali perto. Quando ela puxou a identidade vi que ela acabara de passar dos dezenove outro dia. Por isso falava tanto e sem parar como menina. Estava conhecendo os gozos da vida agora.
Depois que nos engolimos como duas pororocas na cama eu tirei sua calça jeans apertada daquele corpão de praia verão abundante e cheio de vida. Antes tirei dos seus pezinhos grandes aquelas botas pretas de cowgirl do interior. Suas unhas pintadas de branco contrastavam com a pele meio jambo mestiçada. Beijei seus pés vagarosamente e ela puxou o pezinho com as cócegas mas sorriu maliciosamente para o meu desejo ardente de lhe dar prazer sem fim. Eu apreciava aquele corpo todo e ela apreciava ser apreciada e eu degustava cada parte dela e ela gozava com cada parte dele. Mulher na cama é sempre toda e eu era todo dela.
Depois que senti seu gozo entre suas pernas ela pediu para cavalgar. Queria ter o poder. Sentou em cima de mim e me prendeu sem chance de escapatória. Ora era o tamanho físico dela ora era o tesão dela que não me deixaria sair enquanto não me esfolasse vivo naquela cama barulhenta. Ela era meio louca parecia que não sabia muito bem o que estava fazendo. Lembrei da minha ex que também se comportava assim no começo. Ela meio que estava se descobrindo comigo. Qual melhor posição, qual melhor ritmo. Senti um tesão da porra com aquela espontaneidade. Cara, deixa ela se divertir. Eu aprendi a meditar para não vir.
Ela gozou em cima de mim e eu que já não me aguentava mais gozei quase no mesmo instante com aquelas mãozonas grandes apertando as minhas. Ela cresceu tanto naquela hora. Parecia uma deusa. Possuída. Os cabelos escorridos nos peitos agora mais lindos e enormes do que nunca. Olhou para o teto e gemeu alto com a voz rouca, o quarto era todo dela. Caiu para o lado de perna aberta e eu pus a mão no seu grelinho. Ainda molhada, também palpitava como seu coraçãozinho de menina mulher. O que tinha de grande, o que tinha de curiosidade e vigor. Que paixão de mulher. Ah se meu pau falasse. A teria pedido em casamento. Ainda bem que não.
Ela mexia no celular e continuava rindo dos memes do bozo. Eu sabia que ela era minion mas estava tão bom. E eu só queria ir pra casa agora. E nem sei porque falei que ela era minion. Talvez só para ter um pretexto de começar a escrever sobre uma das melhores transas da minha vida. Nem minha ex que era toda trabalhada na Simone de Bouvoir não conseguia se soltar assim. Porra, quem pensa demais não transa. Quem pensa demais não vive. Pensar é bom, sim, é necessário mas viver também é necessário para não ser um chato de academia. Na volta não falamos nada dentro do carro. Eu coloquei um mpbzinho de leve, Caetano — Tempo de Estio. Ela estava sorrindo e batendo o pezinho. Acho que ela curtiu.
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2019.09.04 10:06 jwachowski tempo de estio

Recebi um match no tinder. Abriu o pop up de conversa. Não lembrava de ter dado match nela também mas foda-se, eu dou match em todas que fazem meu tipo e até nas que não fazem. Vai que cola. Na foto ela tinha um sorrisinho que se fechava junto com seus olhos. O cabelo bem liso e grande. Não notei que a cor dele estava mais para um castanho brasil quase da cor da sua pele morena, até nos encontrarmos pessoalmente.
Papo vai papo vem ela já sabia o que queria e eu também. “Vamo comer uma pizza pra gente conversar melhor” Ela disse e quase que instantaneamente eu já estava com meu golzinho branco na frente da casa dela. Quando ela saiu: rapaz olha o tamanho da mulher, caray…. Que mar era aquele vindo em minha direção. Vontade de mergulhar naquele decote. Tinha uns traços indígenas bem de leve, era mais na cor da pele e pelo cabelo como eu disse antes, bem liso. Bem arrumado e cheiroso como sempre, eu já a esperava do lado de fora do carro. Pela primeira vez nos olhamos nos olhos, agora não mais digitais e não é que ela tinha um sorriso que sorria junto com olhos mesmo, lindos de morrer. Puta que pariu e aquela voz rouca.
Eu já tinha sacado que ela era direitona desde do primeiro oi. Na verdade, ela era aquele tipo de pessoa que apenas não quer falar de política mas que sempre cai para a direita na primeira oportunidade. Pensei nisso enquanto via alguns memes e fotos do inominável na tela do celular dela mas ela tava tão cheirosinha também que eu também não tava nem aí.
Chegamos na pizzaria e eu estava morrendo de fome, bicho. Só queria comer aquela redonda inteira na mão mesmo sem garfo e faca mas o tempo que eu passei na França não me deixava ser um troglodita como talvez ela tivesse acostumado. Sentei na frente dela para manter o contato visual. E enquanto a pizza não chegava ela tomou dois chops de vinho e ficou solta que nem criança. Era bonitinho ver ela rindo à toa. Achei estranho ela beber assim no primeiro encontro e ficar tão solta mas depois percebi que aquele tamanho todo de mulher escondia também sua idade bem inferior do que eu suponhava.
Quando a pizza chegou ela já meteu a mão em dois pedaços. Essa era das minhas. Boa de garfo. Agora só precisava saber se era boa de cama também. Nós devoramos aquela pizza numa garfada rapidinha e antes que o nível de vinho baixasse no nosso sangue fomos para o motelzinho Sade Adu que havia ali perto. Quando ela puxou a identidade vi que ela acabara de passar dos dezenove outro dia. Por isso falava tanto e sem parar como menina. Estava conhecendo os gozos da vida agora.
Depois que nos engolimos como duas pororocas na cama eu tirei sua calça jeans apertada daquele corpão de praia verão abundante e cheio de vida. Antes tirei dos seus pezinhos grandes aquelas botas pretas de cowgirl do interior. Suas unhas pintadas de branco contrastavam com a pele meio jambo mestiçada. Beijei seus pés vagarosamente e ela puxou o pezinho com as cócegas mas sorriu maliciosamente para o meu desejo ardente de lhe dar prazer sem fim. Eu apreciava aquele corpo todo e ela apreciava ser apreciada e eu degustava cada parte dela e ela gozava com cada parte dele. Mulher na cama é sempre toda e eu era todo dela.
Depois que senti seu gozo entre suas pernas ela pediu para cavalgar. Queria ter o poder. Sentou em cima de mim e me prendeu sem chance de escapatória. Ora era o tamanho físico dela ora era o tesão dela que não me deixaria sair enquanto não me esfolasse vivo naquela cama barulhenta. Ela era meio louca parecia que não sabia muito bem o que estava fazendo. Lembrei da minha ex que também se comportava assim no começo. Ela meio que estava se descobrindo comigo. Qual melhor posição, qual melhor ritmo. Senti um tesão da porra com aquela espontaneidade. Cara, deixa ela se divertir. Eu aprendi a meditar para não vir.
Ela gozou em cima de mim e eu que já não me aguentava mais gozei quase no mesmo instante com aquelas mãozonas grandes apertando as minhas. Ela cresceu tanto naquela hora. Parecia uma deusa. Possuída. Os cabelos escorridos nos peitos agora mais lindos e enormes do que nunca. Olhou para o teto e gemeu alto com a voz rouca, o quarto era todo dela. Caiu para o lado de perna aberta e eu pus a mão no seu grelinho. Ainda molhada, também palpitava como seu coraçãozinho de menina mulher. O que tinha de grande, o que tinha de curiosidade e vigor. Que paixão de mulher. Ah se meu pau falasse. A teria pedido em casamento. Ainda bem que não.
Ela mexia no celular e continuava rindo dos memes do bozo. Eu sabia que ela era minion mas estava tão bom. E eu só queria ir pra casa agora. E nem sei porque falei que ela era minion. Talvez só para ter um pretexto de começar a escrever sobre uma das melhores transas da minha vida. Nem minha ex que era toda trabalhada na Simone de Bouvoir não conseguia se soltar assim. Porra, quem pensa demais não transa. Quem pensa demais não vive. Pensar é bom, sim, é necessário mas viver também é necessário para não ser um chato de academia. Na volta não falamos nada dentro do carro. Eu coloquei um mpbzinho de leve, Caetano — Tempo de Estio. Ela estava sorrindo e batendo o pezinho. Acho que ela curtiu.
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2019.08.25 00:22 KokishinNeko Subreddit Stats: portugal top posts from 2018-08-24 to 2019-08-22 19:51 PDT

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    6. Brasão do Reino de Portugal. Escultura de Andrea Della Robbia. 1505 (223 points, 7 comments)
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2019.07.18 03:02 -Galactic_Cat- Como aproveitar a vida?

No ensino médio é uma pressão do grai pra fazer faculdade, quando não é pra arrumar um emprego bosta em troca de um salario bosta pra comprar coisas q vc n precisa...existe algum meio de vida q seja serena? claro n sendo um monge.
Percebi q vivo viajando nos romances da minha cabeça, assistindo aventuras incriveis, olhando fotos estupendas de praias, imaginando aqueles momentos fofos quando se acordo rodeado de ninfas. E minha vida é tão monótona, ficar esquentando cabeça com vestibular, ENEM, relacionamentos confusos, matérias complicadas q talvez eu veja na facul, ter q treinar meu frances, ficar pensando nas politicas do país, traçar um plano pra minha empresa, planejar a educação dos meus filhos, achar uma maneira de sumir desse brasil.
Nunca fui pra uma praia, bebi com meus amigos, beijei a menina q amava, assisti o pôr do sol, li um bom livro em uma cinzento na varanda acompanhado de café, nunca fui em um restaurante chique, nunca passei as ferias em uma cabana na floresta, nunca fiz uma orgia....
Tem tanta coisa q eu queria fazer! mas eu n me sinto capaz de agir'-' o q eu faço? já desisti de tornar minha vida emocionante pq o mundo nos obriga a ser tão simplista?
submitted by -Galactic_Cat- to desabafos [link] [comments]


2019.07.01 18:48 SopaDeMolhoShoyu Qual foi a história mais engraçada que vocês já leram no r/brasil?

Há alguns dias, criei um tópico sobre conhecer celebridades que maltratam os fãs. Muita gente respondeu sobre boas experiências, e confesso que isso me deixou bastante feliz. Tava tudo indo tranquilo, até que o u/Moai5150 escreveu sobre uma amiga dele mirando no Morrissey e acertando o Zeca Pagodinho...
Já que tem gente postando histórias de celebridades não sendo babacas, coloco uma muito boa, que aconteceu com uma amiga em 2012.
Em São Paulo ia ter show do Morrissey (ex-vocalista do The Smiths) e o pessoal estava indo pro hotel para tentar abordar o homem quando ele chegasse do aeroporto. Essa amiga estava perto do hotel quando passam duas vans pretas por ela. Ela pensou "Ai meu Deus é ele! É ele!" e saiu correndo feito uma louca pela quadra inteira. Quando ela se aproximou tinham tantos seguranças que ela não chegou nem perto, os caras a seguraram "opa, pera aí, moça, calma". E ela já chorando de emoção, falando "por favor, só uma foto". Aí ela escuta alguém falar "Solta a menina". Quando soltam ela descobriu que a van não era do Morrissey, mas sim do Zeca Pagodinho, que estava hospedado no mesmo hotel. Fazer o quê? Soltaram ela, ela abraçou o Zeca, falou que ele era demais, tirou uma foto, agradeceu e foi repensar as escolhas de vida. No fim das contas ela não conseguiu fotos com o Morrissey, mas até hoje lembra que o Zeca foi muito gentil.
Hahahahaha! Ri pra caralho imaginando essa situação! Muito bom! Essa história e a do benes (vivenciada pelo deus, pela lenda, pelo mito u/Murilomendes) são as melhores que eu já li nesse subreddit. E quanto a vocês? Quais foram as histórias mais engraçadas que vocês tiveram o prazer de ler no brasil? Mandem links, caso contrário vocês estão inventando na hora (e também queremos dar risada, afinal...hahahaha).
submitted by SopaDeMolhoShoyu to brasil [link] [comments]


2019.05.13 13:08 DrHelminto Feliz dias das mães para quem não pôde passar o dia com seu filho...

Que Deus toque o coração de cada uma dessas mães que por omissão do Estado, por corrupção dos agentes que deveriam garantir proteção social, por financiamento proveniente dos usuários de drogas ilegais,tiveram as vidas de seus filhos ceifadas num país cujos assassinatos superam a soma de todo o resto do mundo desenvolvido.
Que deus tenha misericórdia de suas almas e daqueles que fazem apologia ao tráfico, daqueles que insultam as forças de segurança que todo dia se colocam na linha de frente para tentar proteger as famílias brasileiras.
submitted by DrHelminto to brasilivre [link] [comments]


2019.05.04 19:09 skywalkerpg Alguma creepypasta já realmente te perturbou?

Alguma creepypasta já realmente te perturbou?
Acho que as histórias de terror da internet em grande parte são bem zoadas, e eu estava me perguntando se alguma delas já realmente me assustou. A princípio pensei "Não...", mas comecei a lembrar que o horror virtual estourou lá por 2011, porém já existia há muito mais tempo. E então analisando quando eu era mais jovem, realmente tinham umas coisas que me deixavam encabulado...
Não lembro qual era o nome do site do começo da década de 2000, mas tinha umas histórias que faziam eu tremer. Era um lance bem psicológico de fotos amaldiçoadas. Os textos falavam sobre uma maldição que havia ali, e que se você olhasse, seria notado, e se ficasse encarando, perceberia movimentos. Eram textos grandes e no fim eu só dizia "Vou é dar o fora daqui!". Mas uma das que lembro que me assustavam pra valer é uma das mais clássicas da internet, e que hoje em dia é pura tosqueira... A menina do corredor! Lembro que quando fiquei um jovem rebelde, taquei ela como papel de parede kkkkk. Algo engraçado é que sinto que essa foto foi feita por aqui pelo Brasil mesmo, porque fui procurar agora em inglês "Ghost Girl" e "Ghost Girl Corridor" ou "Girl Corridor" e não tem nada... Já em português você nem precisa por que é fantasma, basta colocar "Garota do Corredor" no Google que já tá de cara com a infeliz. E vocês? Tomaram susto com alguma dessas histórias?
https://preview.redd.it/ta3afjqg88w21.jpg?width=386&format=pjpg&auto=webp&s=a8ddf96845443fe740e8899b4f487cc365286f98
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2019.04.20 04:05 roybatty_2049 Me sinto completamente desconectado da minha família. Não consigo lidar com como tudo mudou desde a chegada do meu padrasto

Olá, Brasil.
Sou lurker aqui do grupo há um tempo e, no meio de tantos desabafos com os quais esbarro aqui, decidi fazer o meu também. É algo que me deixa envergonhado e só dividi com uma ex-namorada que tive (com a atual nunca comentei) mas que me machuca bastante por razões estranhas. Bem, vou começar pelo fato em si: eu me sinto completamente separado da minha família, que eu vejo hoje como completamente irreconhecível e da qual não consigo me sentir parte de forma alguma. A culpa disso é do meu padastro, que não fez absolutamente nada de errado. Na verdade, ele é um cara bem maneiro, segundo a percepção geral. Até minha. E eu tenho total noção de que essa ausência de qualquer sensação de pertencimento é mais minha do que de qualquer outra pessoa.
Vou contar a história de forma cronológica, para vocês compreenderem.
Minha mãe e meu pai me tiveram bem jovens, ambos tinham 20 e poucos anos. Combinada, a situação financeira dos dois não era ruim. Meu pai e minha mãe passaram para concursos públicos de nível médio com salários de classe média quando tinham 19/20 anos. Como conseguiram essa estabilidade financeira jovens, decidiram casar. Meu pai biológico tinha um emprego melhor, minha mãe tinha um com uma remuneração menor como assistente administrativo.
Só que, quando eu tinha 2 anos (ela 23, ele 25), eles se separaram. Não foi uma separação amigável, na verdade foi bem caótica. Meu pai começou a fazer faculdade de Direito e o acordo na casa foi de que, uma vez terminada a faculdade dele, minha mãe faria um curso superior. Os dois fazendo trabalho + faculdade ao mesmo tempo não tinha condição, até porque tinham um filho.
O problema é que o casamento desandou. Meu pai traiu minha mãe, depois não cumpriu esse acordo de deixá-la fazer faculdade e ficava postergando, arrumando desculpas. Com o diploma de Direito, ele eventualmente conseguiu passar em um concurso bem melhor e com um excelente salário. E se divorciou da minha mãe tão logo recebeu a notícia de que tinha passado no concurso.
Houve um acordo para pensão de forma informal, mas meu pai vivia o descumprindo, atrasava. Dava um jeito de humilhar minha mãe sempre que faria o pagamento. Isso fez com que ela desistisse de cobrá-lo e eu tive uma infância bem braba: mãe trabalhando, dinheiro escasso, meu pai completamente sumido e a família da minha mãe é muito pequena, então tinha pouca gente para ajudar na criação. Minha mãe é filha única, minha vó materna tem uma saúde extremamente frágil já há algum tempo e meu avô materno a abandonou. A família do meu pai e meu pai nunca mostraram interesse na gente, era como se a gente fosse um acidente de percurso.
Minha mãe ganhava pouco, mas ao menos tinha a estabilidade de um serviço público. Por isso, conseguimos morar numa casa que fica na entrada de uma comunidade extremamente violenta na cidade onde vivemos, tinha uma boca de fumo braba a literalmente 200 metros da minha casa. Não dava para brincar na rua nem nada, nem tinha play.
Criança é criança, então na escola até que minha vida era tranquila. Mas, em casa, minha vida era muito ruim. Minha mãe tentava equilibrar o trabalho full-time comigo, então a casa vivia sempre bagunçada, a alimentação era ruim e não havia luxo. Era uma casa de um quarto só, então nem privacidade rolava direito e eu dormia na sala ou com a minha mãe no quarto. Tudo na casa era meio velho e eu sempre tinha a sensação de que morava numa casa inacabada.
Não faltava comida, mas o resto era bem escasso. Ganhava muita coisa de segunda mão, não tive videogame ou PC, não tinha muito programa na rua porque a grana era pouca e no bairro onde a gente morava as opções públicas eram muito ruins. Minha mãe tinha depressão. Na época, eu não entendia, mas hoje fica bem claro para mim. Várias vezes eu via ela chorando antes de dormir, ou sem forças para fazer nada o dia todo. E ela engordou bastante nessa época.
Essa merda toda me fez ter um carinho enorme pela minha mãe. Eu fiz questão de aprender a lavar louça, cozinhar, ir no mercado e na escola sozinho. Já com uns 10/11 anos, eu era mais independente do que muitos amigos que eu tenho hoje em dia. E isso fez a gente ficar muito próximo como mãe e filho. Não vou mentir, a nossa vida era bem triste, humilde e solitária. Mas nós tínhamos um vínculo de proximidade muito forte e eu me sentia na responsabilidade de tirar ela desse buraco, de ajudá-la.
Aí vem o plot twist inesperado, meu padrasto.
Meu padrasto conheceu minha mãe na adolescência, eles foram amigos por uns anos e depois do segundo grau acabaram perdendo contato completamente. Eles se esbarraram por acaso resolvendo problema em cartório. Ele quis se aproximar, os dois começaram a trocar mensagens pela internet (sim, na época inda era Orkut e MSN) e engataram um relacionamento.
Preciso aqui inserir um parêntese para que vocês entendam que tipo de pessoa é o meu padrasto. Estou falando de um cara bem inteligente, com quase 1,90 de altura, forte para caralho e rato de academia, só que mais calmo do que um monge tibetano e bem sucedido financeiramente e profissionalmente (não era ricaço nem nada, mas tinha uma vida bem confortável). Quando ele aparecia para pegar a minha mãe na nossa rua, parecia que um ator de TV tinha aparecido, a vizinhança inteira parava para vê-lo. Eu mesmo ficava chocado com a situação de tão estranha que era.
Até porque a mulher por quem ele estava nitidamente apaixonado era a minha mãe. Uma mulher bem acima do peso, deprimida, com um emprego ferrado e que morava na entrada de uma comunidade, mãe solteira. Não estou falando que ela não merecia ele ou coisa do tipo, mas era uma situação muito peculiar.
Eu sempre ficava esperando que ia dar uma merda muito grande. Que a gente ia descobrir que ele é um agiota (e eu sabia o que era um agiota porque um vizinho nosso se meteu com um e não foi bonito), um bicheiro, um golpista, qualquer coisa do tipo. Mas não. O cara era realmente aquilo tudo.
Quando o relacionamento ficou mais sério, foi a vez da pequena família da minha mãe e seu círculo de amigas no trabalho ficarem apaixonadas por ele. Todo mundo queria saber mais sobre ele, todo mundo queria conhecer e bater um papo, todo mundo queria pegar dicas de exercício e alimentação, todo mundo queria ouvir a opinião dele sobre alguma coisa, política, negócios. Era bizarro, eu acho que nunca vi alguém cativar tanta gente com tanta facilidade antes.
Eu gosto de comparar ele ao Gastão da Bela e a Fera, só que um bom Gastão, obviamente. Todos esses anos com a minha mãe, eu não vi praticamente nada que o desabonasse, muito pelo contrário. Ele ate ajudou muito ela. Ela recuperou a auto-estima, começou a praticar exercícios físicos, emagreceu e parecia ter rejuvenecido. Sério, minha mãe com 35 tinha cara de 50. Minha mãe com 39 tinha cara de não ter 30. Chega a ser chocante ver as fotos (e meio chato começar a conviver com amigos que acham sua mãe gostosa, mas isso é outro problema).
Ele até tentou, de maneira bem tranquila e respeitosa, se aproximar de mim. Eu tava no meio da adolescência e até deixei no começo, mas eu continuava achando quela situação muito estranha, continuava vendo aquilo como uma intrusão. Eu gostava dele, mas tudo parecia meio irreal.
Aí veio a merda: eu passei para uma faculdade em outro estado.
Nesse período de pouca conexão com a minha família, a sensação foi de que essa sensação de estranheza só aumentou.
O sonho do meu padrasto era ter filhos. E eles tiveram duas meninas. Se mudaram para um belo apartamento em um bairro de classe média alta da cidade. Minha mãe abandonou o emprego público dela e passou a administrar uma franquia que ele comprou para ela. E muito disso rolou enquanto eu estava fora. Toda vez que eu voltava para casa, parecia que tinha rolado uma revolução.
Adendo importante aqui: talvez chamem isso de frescura racial, mas vamos lá. Meu pai era negro, minha mãe parda ou morena clara, como preferirem. Eu sou negro. Meu padrasto é branco em outro nível de brancura, as duas filhas que ele teve com a minha mãe são bem brancas também. Pode parecer besteira, mas isso aprofunda ainda mais essa sensação estranha de não pertencimento. Eu me sinto o cara negro que caiu de para-quedas na casa de uma família de comercial de margarina.
E às vezes eu tenho a sensação de que o meu passado não existiu. Todo esse período de infância e boa parte da adolescência - de perrengue, de roupas herdadas de terceiros, de ir num mercado fodido sozinho enquanto minha mãe tava no trabalho, de ter a luz cortada algumas vezes, de nunca sair com os amigos da escola, de ter só minha mãe como companhia, de viver num bairro quebrado - parece que não aconteceu. É algo tão distante que parece um sonho mesmo.
No meio disso tudo, eu voltei para a nossa cidade depois de terminar a faculdade já tem um ano e me sinto completamente não-pertencente a minha casa. Eu mal reconheço a minha mãe (que agora administra muito bem essa pequena franquia, virou crossfiteira e tem uma animação de outro mundo), minhas irmãs me viram pouco até agora porque passei a maior parte do tempo em São Paulo, e meu padrasto, apesar de sempre tentar se aproximar, parece essa figura que "causou" tudo isso.
Eu não sou idiota nem mesquinho, eu sei que ele é um cara maneiríssimo, trouxe felicidade para a minha mãe, ajudou ela a se reencontrar e é bem correto. Mas, ao mesmo tempo, eu tenho sempre a sensação de que ele roubou minha família de mim. Que parte da minha identidade se perdeu quando minha família se tornou algo completamente diferente com o que eu estava acostumado.
Eu me sinto extremamente frustrado de não ver minha família como família, e sim uma mãe que mal reconheço, um padrasto do qual não sou próximo e duas meninas que parecem viver uma vida completamente diferente da que eu vivi e que possivelmente vão passar pouquíssimos perrengues na vida.
O tempo todo, eu só penso em meter o pé de casa, mas sei que isso não vai resolver tudo. Mas eu queria muito ver a minha família como um ninho, como conforto, como um lugar onde você vai quando tá com problema ou para desabafar. Mas hoje eu me sinto completamente desconectado deles, o que me deixa puto, triste, vazio e frustrado.
E o pior de tudo: eu sei que eu estou errado. Mas eu sinto que roubaram a família que eu tinha. E nem preciso dizer que o almoço de hoje em família só aprofundou mais isso.
submitted by roybatty_2049 to brasil [link] [comments]


2019.03.04 00:14 Manner1918 Nação Livre Brasileira

-Contexto: Estou escrevendo este livro por causa de um devaneio. Estou procurando criticas tanto positivas quanto negativas sobre esta escrita.Para ter um contexto geral antes da leitura, esse livro se passa em um mundo alternativo onde a Alemanha ganhou a Segunda Guerra Mundial, os nazistas também invadiram o Brasil e a tornaram em um estado fantoche a serviço da Alemanha.
Ainda não fiz nenhuma personagem no livro explicar sobre esse evento, ou como eles ganharam a guerra, mas já tenho as ideias principais anotadas em um caderno e tudo vai ser bem explicado. Se você tiver qualquer dúvida sobre o porque eu não dei muitos detalhes sobre qualquer coisa (a casa, as características de personagens, roupas, etc) é porque eu decidi não explicar no momento que a cena acontece, mas vou detalhando sobre tudo ao decorrer do livro.
-Importante: Só estou postando o primeiro capitulo do livro, apesar de ser mais de 3000 palavras. Já escrevi o inicio do segundo capitulo, mas está incompleto.Sinto muito por qualquer erro de português. E sinto muito por ser longo, mas vamos ao inicio do livro:


Eram cinco da manhã, Amélia tinha passado a noite acordada já que sua insônia tinha lhe mantida acordada novamente. Ela virava de um lado para outro na cama, agitava seu cabelo negro e liso que vinha até seus ombros, girava e apalpava seu travesseiro, tentando conseguir dormir ao mínimo alguns minutos. Mas foi tudo em vão e logo ela começava a pensar, enquanto desistia de culpar a sua cama pela insônia, pensava sobre como ela ainda não tinha um pingo de sono e enquanto olhava para o teto de seu quarto, pensava novamente em seus avós, como toda manhã, e como ela sentia saudades deles, de suas risadas, conselhos, puxadas de orelhas e, sobretudo, o cheiro do bolo de chocolate que seu avô fazia enquanto ela escutava as músicas que sua avó ouvia enquanto alimentava seus belíssimos pássaros. A sua avó adorava pássaros, e ela os tinha de todas as cores e espécies que ela poderia se lembrar, ela se lembrava do periquito azul, do canário amarelo, da calopsita cinza, da andorinha branca e um pássaro peculiar que parecia um pequeno pavão, da qual Amélia adorava como parte de sua família e até nomeará o pequeno pássaro como Fênix.
Os avós de Amélia tinham saído do país para viajar, isso de acordo com seus pais que tinham recebido uma carta no mês passado, na carta eles citam que iriam para um lugar muito longe e muito bonito, para Amélia, este lugar só poderia estar cheio de pássaros e bolos de chocolate. Mas, ao se tocar da realidade, ela cortou o seu sorriso da cara ao lembrar que eles nunca escreveram novamente, nem mesmo uma carta ou cartão postal. Ela pensava se tinha feito algo de errado antes deles partirem, talvez tenha sido o quadro do vovô que ela tinha derrubado ao brincar de astronauta no quarto de seus avós, ou talvez o vovô tenha ficado bravo com ela por ela derrubar o fermento, fazendo que o bolo do vovô não tenha crescido, ou poderia ter sido a gota d’água ela ter desligado a música da vovó acidentalmente em seu aniversário de seis anos. Ou talvez ela não era uma boa ouvinte dos conselhos, talvez ela nem merecesse os ouvir, ela não se sentia corajosa como sua avó, ou astuta como seu avô, pensando bem, ela não se sentia nem forte, nem observadora, ou dedicada, focada, e até mesmo inteligente como seus avós. Como toda manhã, ela pensava novamente em outro e novo motivo que poderia justificar a viajem e a não comunicação com ela por parte de seus avós, e hoje, ela pensava que poderia ser a sua gula, talvez se ela não tivesse pedido mais um pedaço de bolo no aniversário de oito anos, eles poderiam ter ficado.
Em todos estes pensamentos, ela notou que seus pais finalmente acordaram, na noite passada eles combinaram de acordar mais cedo para se arrumarem, ela se sentia sozinha com seus pensamentos a noite inteira por causa de sua insônia, ela vira para seu relógio de pilha que marcava seis em ponto, em breve ela teria que ir rapidamente a rua na frente de sua casa, precisando estar com cabelo e roupas arrumadas, e portando um sentimento de foco, força e determinação. Ela sentia dificuldade em todas as etapas, como iria arrumar o cabelo se ele sempre ficava mais alto na parte direita?, como iria arrumar a sua roupa, se ela se sentia desconfortável com a calça e o tênis verdes?, ela odiava os tênis verdes, como iria se levantar com foco, se quando levantava o sono lhe atacava com seus grilhões fortes? como iria sentir força se ela era tão magra em comparação aos seus pais e avós? E, como iria se sentir determinada, se ela deveria ser o motivo para seus avós partirem em uma viajem para outro país que parecia durar para sempre? As seis e quinze, o relógio despertava, ela conseguia ouvir o bairro inteiro se levantando em um pulo, ela queria ter essa força de vontade como os outros, principalmente a força de vontade de seu vizinho que ela nunca virá ficar triste ou desanimado, quem conseguia ficar animado de manhã? Ela pensava consigo mesma. Finalmente, seus pais batem na porta de seu quarto.
-Vamos logo Amélia, não se perca no horário novamente mocinha.
Dizia o seu pai, quase gritando. Ela tinha perdido o horário no dia anterior e enfureceu o seu pai e ela teve que ficar sem ler a parte do jornal que continha as tirinhas que ela adorava, do Capitão Hound, ela não queria perder mais um dia de suas aventuras no espaço. Levantando em seu ritmo e motivada pelas tirinhas que iria ler no fim do dia, pegou em seu armário as suas roupas e as vestiu sem ligar a luz de seu quarto, ela então olhava no espelho e tentava seu arrumar o máximo possível para não desapontar seus pais e finalmente sai do quarto e vai de encontro aos seus pais na sala de estar, ela via o seu pai terminando de se arrumar, ele tinha comprado uma gravata nova após tanto reclamar por falta de uma por quase um mês inteirinho, e reclamava por sempre estar passando vergonha na frente de seus vizinhos que tinham uma gravata nova quase toda semana, mas, dessa vez, ele iria impressionar com a gravata marrom escura de veludo nova, que combinava com seus cabelos e olhos castanhos, mas não tanto com a barba, pensava Amélia. Sua mãe estava otimista com seu cabelo, eles eram cacheados e escuros e todo dia pareciam ser diferentes após o banho e quase nunca à agradavam, mas hoje ela estava contente com o resultado que havia conseguido. O pai de Amélia checava em seu relógio de pulso a cada segundo para estar na rua de sua casa na hora certa, andava de um lado para outro em frente a porta, confiante com sua gravata de veludo.
-Eu sempre fico ansioso, não importa quantas vezes eu faça, ou quão pronto eu esteja, ou acho que esteja. Disse o pai de Amélia sem parar um segundo para respirar.
-Acho que nós já se acostumamos, a Amélia já está aqui e não irá cometer o erro de ontem, aquilo foi um show de horror. Sua mãe falava enquanto arrumava os seus brincos e olhando para a televisão em estática.
-Eu já pedi desculpas, eu só estava pensando no vovô e na vovó novamente e me atrasei, já chegou alguma carta deles mamãe? Amélia sempre tinha um pingo de esperança pela manhã, em que sua mãe lhe diria que havia chegado uma carta de seus avós.
-Já lhe disse para não comentar sobre seus avós, vamos deixar eles aproveitarem a viajem, também não podemos enviar cartas a eles, não sabemos o endereço correto e não podemos fica-
Enquanto sua mãe falava, seu pai a interrompe com um gesto de corte com a mão, e querendo desligar o assunto dos pais de sua esposa, que ele não gostava tanto por um motivo que Amélia não sabia.
-Pedir desculpas não adianta, o que move o nosso país e o mundo são ações, não palavras, você sabe muito bem mocinha, já lhe contamos essa história um milhão de vezes, não precisamos te falar o quão importante é que você sempre esteja na hora, esteja com foco, força e...
-Determinação. Completava Amélia a frase de seu pai com a cabeça baixa, olhando para os seus tênis verdes que tanto odiava.
-Agora, vamos continuar esperando a hora certa, a televisão já está no volume máximo, se o relógio não funcionar, temos a televi... – A fala de seu pai é cortada pelo despertador do relógio de pulso, mostrando que de fato eram sete horas da manhã, ele então desliga o despertador e abre a porta de sua casa com um grande sorriso no rosto, que, para ele mostrava sua força e determinação para continuar o dia e estar na hora exata todo dia seria uma grande demonstração de foco e ele se orgulhava nisso. Sua mãe acompanhou o marido enquanto puxava Amélia pelo ombro para lhe seguir, sua mãe sempre estava de cabeça erguida as sete da manhã, isto mostrava sua determinação, estar com sua filha mostrava o seu foco como mãe, já a sua força era refletida na saúde total de seu marido e sua filha. Amélia sentia que por conseguir levantar de manhã e não desmaiar de sono, era seu foco, aguentar seus pais com esses horários era sua força e, conseguir andar parecendo ridícula com aqueles tênis verdes, eram sua determinação.
Finalmente, os homens de cada casa começavam a elevar a bandeira nos mastros que todas as casas tinham exatamente alinhada, uma bandeira verde, amarela, com um círculo azul no meio e uma grande suástica branca com bordas pretas no meio desse círculo e dentro da suástica possuía em preto a frase “Foco, Força e Determinação”. Com a bandeira no topo, todos levantavam seus braços direitos em direção a bandeira e começavam a cantar o Hino da Nação Livre Brasileira.
Enquanto Amélia cantava o hino, acompanhando o ritmo do hino que estava sendo tocado na televisão da maioria das casas e nas rádios das outras casas, ela olhava ao seu redor, via que todos nunca tiravam os olhos da bandeira, não piscavam ou sequer moviam seus braços estendidos, e se questionava se ela também deveria estar sempre assim, mas ela não aguentava mais estar de pé cedo todos os dias, mesmo que sua insônia lhe mantivesse acordada a noite inteira. Ela olhava o seu vizinho que nunca virá ficar triste, um menino mais velho que Amélia, de cabelos curtos, lisos e loiros, chamado de Arthur Von Müller Hoff Braun, e ele, como toda sua família se orgulhava imensamente de ser totalmente alemão, o pai de Amélia tinha feito uma amizade quase duradoura com essa família. Já do outro lado da rua, ela via diversas crianças quase da mesma idade que ela, mas ela não tinha conhecimento de quase ninguém, ela tentava imaginar os nomes dessas crianças, do que elas gostavam de comer aos Sábados, se elas gostavam de bolo de chocolate, como deveria ser o quarto delas, imaginava se eles tinham uma televisão em casa ou um rádio, de quais desenhos eles mais gostavam, se eles eram alemães, ou italianos, japoneses ou brasileiros e, pensava também como os tênis de outras crianças eram incrivelmente mais legais do que os dela e ainda por cima, pareciam muito mais confortáveis do que os tênis verdes dela. No meio dessas famílias desconhecidas, ela via a sua única amiga da escola, uma menina de cabelos escuros e olhos claros, chamada de Rúbia, Amélia adorava esse nome, por achar muito diferente do que todos que já tinha ouvido na vida e, diferentemente das outras crianças, ela sabia quase tudo sobre Rúbia, começando pelo nome, o que ela gostava de comer aos Sábados, se ela tinha uma televisão, quais desenhos ela gostava e tudo mais. Rúbia não vinha de uma família muito rica, ela tinha exatamente tudo para ter uma boa vida, mas não tinham uma televisão, o que o pai de Amélia achava estranho e dizia que era algo que somente pessoas pobres e sem cultura não teriam uma televisão em casa, mas, a família de Rúbia tinha um rádio que precisava ser ligado em uma tomada, esse rádio não era um orgulho dos pais de Rúbia, mas Amélia achava o rádio incrível, por ser grande, quase do seu tamanho e não precisar comprar pilas quase toda semana, o que ela achava uma inconveniência enorme, além de ser muito bonito por ter um pedaço feito com couro de verdade, apesar de Amélia não saber exatamente de onde o couro vinha. Amélia tinha conhecido Rúbia após precisar de ajuda em História da Alemanha no segundo ano da escola, Rúbia ajudou Amélia em quase todos os aspectos da história alemã e ambas conseguiram notas máximas na última prova do ano escolar e, desde então, ficaram amigas para “todo mundo, para sempre e adiante”, como Amélia sempre dizia.
O hino tinha finalmente acabado, todas as famílias iam para dentro de casa após dobrar a bandeira, o pai de Amélia andava de peito estufado para que todos olhassem a sua gravata de veludo, enquanto ele ia retirar a bandeira para a hastear no próximo dia, já sua mãe foi em direção da família dos Von Müller para conseguir se atualizar nas conversas, já que no dia anterior não conseguiram conversar por causa do atraso de Amélia para cantar o hino nacional. Amélia estava ajudando o seu pai a retirar e dobrar a bandeira do Brasil.
-Filha, por favor, tente manter contato visual com a bandeira, você sabe que todo mundo faz isto.Dizia o seu pai quase sussurrando para Amélia.
-Eu... estava só olhando ao redor, a bandeira não ia sair dali pai. Você nunca fez isto quando criança?
-Se fiz, fui repreendido pelos meus pais, o mesmo que estou fazendo com você. Então eu espero que você siga o meu caminho e me obedeça. Amanhã olhe diretamente para a bandeira e não tire seus olhos dela, fui claro mocinha?
-Tudo bem pai, sinto muito. Disse Amélia com um tom deprimido, olhando novamente para seus tênis verdes. Ela imaginava se deveria contar ao seu pai que o tamanho que ele comprará estava errado, ou se ela deveria aguentar até o próximo ano, quando seu pai poderia comprar-lhe outro tênis, seu pai tinha guardado dinheiro para comprar a Amélia um tênis da marca Griffin, considerado um dos melhores de acordo com o programa de moda alemã que sua mãe tinha visto no ano anterior. Talvez seu pai fosse brigar com ela ou dizer que ela está maluca por não gostar de um tênis tão caro e de marca alemã. Com isto em mente, ela decidiu não falar nada para seu pai, e pensava que no ano seguinte, ele iria lhe comprar um tênis melhor, apesar que tinha medo que seu pai comprasse novamente um tênis que não lhe serviria.
Ela tinha terminado de ajudar seu pai com a bandeira, guardando-a em uma caixa de madeira ao lado da caixa de correio, e em um piscar de olhos seu pai foi para dentro de casa se arrumar para o trabalho e, se conseguisse se arrumar rápido ele conseguiria ver o noticiário da manhã que iria começar as sete e meia da manhã, exatamente a hora em que o hino nacional iria parar de tocar nas televisões e nas rádios. Amélia decide entrar em casa e checar novamente seu material escolar antes da aula, seria a terceira vez que iria fazer isso, já que, de madrugada ela tinha checado duas vezes por não conseguir dormir. Ela conta quantos lápis possui, quantas canetas, até tentou contar quantas folhas tinham em seu livro didático e em seu caderno, mas desistiu quando a contagem chegou a cinquenta e sete e meio, já que ela tinha rasgado uma página do seu caderno no meio para poder desenhar o Capitão Hound e ela juntos em uma aventura longe da sua casa, longe do bairro, longe da escola, longe do Brasil, longe de tudo e todos; Quanto Rúbia viu o desenho, pediu para estar junto com ela, Rúbia admirava os desenhos que Amélia conseguia fazer, ela tinha guardado em casa um desenho de Amélia, sobre uma noite estrelada dentro dos olhos de Rúbia. O desenho com ela, Rúbia e o Capitão Hound estava guardado perto do espelho de seu armário marrom, onde ela poderia ver toda manhã.
Ela escutou o som do jornal sendo jogado contra à porta, ela estava animada para poder ler o quadrinho novo do Capitão Hound, mas sabia que só poderia ler quando seu pai terminasse de ler todas as notícias, o que só acontecia ao anoitecer, mas ela não se importava com isso, porque ela sabia que o Capitão Hound estaria ali a noite para conceder uma proteção vinda do espaço e além. Ela saiu de seu quarto para o corredor, sua mãe ainda não tinha voltado para casa, com certeza a conversa com a vizinha deveria estar muito emocionante, ela pensou consigo mesma. Seu pai veio logo em seguida arrumando uma gravata antiga que ele possuía, com certeza ele só utilizaria a gravata de veludo na hora do hino, ou talvez em alguma outra ocasião importante, como quando sua mãe faria Schnitzel em algum jantar futuro, o pai de Amélia amava Schnitzel, ele abriu a porta da frente e pegou o jornal acenando para alguns vizinhos que estavam na rua, ele logo entrou em casa e guardou o jornal no topo do armário da sala, onde Amélia não alcançava de jeito algum, e ela tinha parado de tentar quando quase quebrou o braço se equilibrando em uma cadeira, querendo mostrar as tirinhas para Rúbia em uma tarde de Sábado. Seu pai então se sentou no sofá da sala e começou a ver o noticiário da manhã, ela se sentou no chão em cima do tapete branco e felpudo para esperar os desenhos as oito da manhã. Ela estava lá em corpo, mas sua mente sempre estava fervendo com novos pensamentos, ela se imaginava comendo novamente um bolo de chocolate de seu avô e vendo o álbum de fotos da vovó, que ela nunca tinha visto por completo, já que sempre começavam a ver tudo novamente toda vez que iam ver as fotos no fim da tarde, e na metade do álbum seu pai sempre chegava para lhe trazer para casa, a vovó sempre tinha histórias novas para contar, mesmo que as fotos eram as mesmas, apesar de Amélia não entender muito bem sobre o que a vovó falava, um tempo em que você não precisava acordar de manhã para cantar o hino, um tempo em que você não tinha toque de recolher, um tempo com o que a vovó chamava de liberdade. O que a vovó queria dizer com liberdade? Amélia nunca tinha visto algo além de sua casa, sua rua, sua escola, a casa de seus avós e o espaço sideral com o Capitão Hound. O pensamento de Amélia foi puxado de novo para o presente quando ela ouviu a televisão dar um alto som do noticiário, e um grito de espanto do papai.
-MINHA NOSSA. Gritou o pai de Amélia.
-Caros telespectadores, é com pesar que anunciamos um ataque terrorista novamente perto da Capital, os terroristas plantaram uma bomba na Praça da Liberdade e acabaram matando dois estudantes da Juventude Hitlerista e um político de alta patente que o nome não será relevado para maior segurança de seus familiares. Estes terroristas são inimigos declarados do Reich e do Brasil Livre, mantenham seus olhos abertos, seus vizinhos podem ser inimigos da nossa nação e da nação alemã, não se esqueçam de denunciar a qualquer autoridade sobre atividades suspeitas ligadas a terrorismo e ligações com tentativas de criar o fim da liberdade de nosso povo e da nossa grande nação. O nosso grande líder Heinrich Hitler II, fará um pronunciamento para a o Reich Alemão devido ao alto número de terroristas nesse ano, este pronunciamento irá ocorrer com intenção de unir a nossa grande nação em uma só causa. O pronunciamento será transmitido as oito da noite, no programa ReichZeit, ou Hora do Reich.Traremos mais notícias sobre o incidente assim que tivermos quaisquer novidades. Voltamos a programação normal. Heil Hitler.
Amélia só tinha visto aquele repórter uma vez na televisão, mas ela sabia que quando ele aparecia não era uma boa notícia, e o seu pai tinha sempre grandes ataques de ansiedade com notícias fortes e alarmantes. Enquanto o repórter falava, imagens da Praça da Liberdade eram mostradas, apesar de Amélia nunca ter visto a praça antes, ela sabia que não era daquele modo que deveria estar, com fogo, ruínas e ambulâncias por todo lado.
-Minha nossa, eu não posso acreditar que ocorreu novamente, deve ser a quinta ou sexta vez que está acontecendo isto. Como isto está acontecendo, como pode estar acontecendo? Meus vizinhos podem ser inimigos? Não só inimigos da nação, mas inimigos da minha liberdade e da minha família. Eu tenho que pensar em algo para me proteger e para proteger minha família. Como... quando, eu, posso fazer algo.... eu teria que, bem, eu posso tentar, não, é impossível... só se eu fizer aquilo, mas não, não posso e nem deveria.Seu pai dizia sem piscar ou respirar, a sua ansiedade estava altíssima.
A mãe de Amélia entra na casa correndo, ela deveria ter visto o mesmo noticiário da casa dos Von Müller. Ela se acalma e respira fundo e nota que seu marido está andando de um lado para outro sem parar.
-Acalme-se Luís, com certeza teremos uma repercussão alta pelo pronunciamento do Führer. Ele vai ajeitar tudo. Nós temos que acreditar na nação. Não podemos perder a cabeça, estamos aqui e juntos iremos passar por qualquer situação.A mãe de Amélia conseguira fazer o marido sentar um instante para respirar.
Amélia não conseguia entender a situação completamente, ela sabia quem era o Führer, mas não entendia como os terroristas agiam, ou porque agiam deste modo, ou quem eram. O repórter havia dito que seus vizinhos poderiam ser inimigos, mas como poderiam? Rúbia era sua amiga para todo mundo, para sempre e adiante. E Arthur era inofensivo, um pouco chato, mas inofensivo sem dúvidas, uma vez ela pisou no sapato dele sem querer e ele que pediu desculpas a Amélia. E no fundo, ela se perguntava se esses ditos “terroristas” iriam gostar do bolo de chocolate do seu avô.

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2019.01.15 07:09 SubstanciasToxicas O que fazer com um relacionamento mal acabado?

Bom dia gente e desculpa o tamanho do desabafo que está por vir, faz parte de um sentimento de muitos anos. Mas vou tentar falar de forma menos detalhada possível, senão fica impossível de ler.
Há alguns atrás eu conheci uma estrangeira que veio ao Brasil em um intercâmbio de curta duração. Nós começamos a ficar e passávamos praticamente o dia inteiro juntos, pois eu estava entrando de férias na faculdade e ia ficar alguns dias a mais pra terminar algumas coisas do projeto que eu fazia, então tinha bastante tempo livre, além disso a atividade do intercâmbio dela ainda não tinha começado também. Apesar da barreira linguística (nenhum de nós dois éramos fluentes em inglês), conversávamos bastante e nos dávamos bem, por conta disso fomos criando um laço emocional mais forte. Depois de algumas semanas, precisei ir pra casa e ela continuou nessa cidade. Continuávamos conversando à distância diariamente e, chegando o Natal, ela estava bastante frustrada pois não ia ter ninguém pra passar o feriado, então, convidei-a para vir à minha cidade e passar o Natal por aqui, podendo fazer umas viagens na região também. Passamos o Natal juntos, ela conheceu meus amigos e alguns familiares, levei ela pra conhecer a região e pudemos passar ótimos dias juntos, ficando ainda mais próximos. Mas o problema era que, como falei no início, ela estava em um intercâmbio de curto prazo, então não iria ficar no país por muito tempo.
Começamos a ter conversas mais profundas a respeito da nossa situação e senti que eu era mais preocupado com essa questão, pois eu tinha noção do quanto seria difícil manter um relacionamento à distância com ela morando em outro país (ela é asiática) e nós sem perspectiva alguma de podermos nos encontrar de novo por questões financeiras. Em poucos dias ela ia voltar pra outra cidade e em poucos meses ia estar voltando pro país dela. Mas mesmo assim ela "pressionava" para que assumíssemos um relacionamento sério naquele momento. Apresentei esses pontos de dificuldade a ela e disse que seria melhor que aproveitássemos melhor o momento e ver como seria a nossa relação depois que ela estivesse de volta ao seu país, mas que eu estaria disposto a tentar, caso víssemos que, nessa situação, o relacionamento pudesse resistir. Na hora, ela pareceu satisfeita com isso.
O tempo passou e ela enfim voltou ao país dela e após alguns dias, começou a falar que estava muito mal emocionalmente, que pensava muito em mim e que manter contato comigo sem poder me ver não estava sendo saudável pra ela e que precisava me esquecer. Tomou a decisão de me bloquear de todas as redes sociais e deletou também todas as pessoas que ela conheceu através de mim. (eu conheci ela o suficiente pra saber que isso não foi uma desculpa esfarrapada pra me dispensar). Fiquei de mãos atadas pois não tinha mais forma nenhuma de me comunicar com ela. De forma frustrada, vida que segue.
Após alguns anos, ela me desbloqueou nas redes sociais! Pude acompanhar novamente como ela estava, lugares que estava indo, aparentemente terminou um relacionamento cerca de um mês depois de me desbloquear... Mas no momento, visto que eu ainda não tinha perspectiva de poder visitá-la ou algo do tipo, preferi respeitar a decisão dela de cortar laços, até porque eu nem sabia se ela nutria algum sentimento por mim. Podia tentar contato e quebrar a cara feio, ou trazer o sentimento de tristeza novamente, piorando ainda mais as coisas. Beleza, vida que segue novamente. Mas um tempo depois, algo me chamou atenção. Ela publicou um texto no Instagram na língua dela com uma imagem toda preta. eu joguei no Google tradutor e, pasmem, ela estava falando de mim! Pedi a uma amiga que também é do país dela pra traduzir, visto que a tradução online não foi 100% e ela mesma ao traduzir percebeu quem era e que era sobre mim (pedi pra traduzir sem contar de onde tirei o texto). Aproveitei pra conversar com essa amiga e pedir a opinião dela se eu devia falar com a menina, mas na opinião dela não era uma boa ideia pois eu não ia poder 'fazer nada' (encontrá -la pessoalmente). Vida que segue novamente.
Nesse último ano, no entanto, uma coisa está me incomodando bastante. Eu simplesmente não consigo me envolver emocionalmente com outra pessoa, pois ainda sinto que tenho a possibilidade de estar com ela novamente e acho que vale a pena correr atrás disso. Vários anos já se passaram e eu amadureci bastante e tenho certeza que ela também, e agora eu já tenho uma perspectiva de poder ir pra fora do país, seja temporária ou permanentemente! Então as coisas mudaram bastante. Mas acho que apostar todas as fichas em ir para o país dela e depois tentar contato pode ser um grande desastre. E se ela não gostar mais de mim? E se, ao nos conhecermos mais depois de mais maduros concluirmos que não vamos dar certo? Eu vou perder todas as oportunidades de conhecer outra pessoa legal por algo que nem sei ser possível?
Por isso, eu estava pensando em tentar voltar a ter contato com ela, principalmente porque atualmente as redes sociais dela não mostram muitas informações/fotos para quem não a tem adicionada. Tentar conversar com ela e construir uma relação antes de qualquer chance de nos vermos. Estou aprendendo a língua do país dela inclusive, não exatamente por causa disso mas que na área que estou me formando, vai ser um grande diferencial no futuro para eu entrar em uma grande empresa.
Enfim, gostaria de saber a opinião de vcs sobre o que fazer. Sinto que o que mais preciso é de uma perspectiva sobre as nossas chances. Se por acaso ela me dispensar de forma mais definitiva, acho que quebraria essa barreira de me relacionar profundamente com outras pessoas.
É isso gente. Obrigado a quem teve disposição de ler tudo isso, vocês são demais. Toda opinião será bem vinda.
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2019.01.04 13:31 c4tnoesmalo Como voltar a conversar com a garota depois de alguns meses

Olá Reddit, como já vi algumas postagens nesse sentido aqui no brasil, venho pedir a ajuda de vocês:
Conheci uma garota da minha faculdade que também estava organizando o mesmo seminário que eu, em junho do ano passado. Nossa conversa foi muito boa, falamos de tudo, pessoas, política, tv... Acho que foram uma das melhores conversas que já tive com uma menina, ficou aquela sensação pra mim de "quero mais". Rolou uma sintonia muito boa. Ao final dessa semana de seminário em que nos vimos e conversamos bastante, ela pegou meu número no grupo e veio me chamar no whats falando que tinha sido muito legal me conhecer e que esperava me encontrar mais vezes. Entretanto, no momento eu namorava, então eu nunca mais a chamei.
Acontece que agora estou solteiro, e ela sempre me vêm a cabeça. Queria chamar pra conversar dnv, ver como é a conversa e se rola até sair. Em um primeiro momento teria que ser através do whats/facebook pq estamos de férias.
A dúvida é, como fazer isso, chamar depois de tanto tempo?
Algumas coisas que eu pensei: mandar na cara dura um tweet que vi umas semanas atrás, sobre uma personalidade que conversamos na época, dizendo que lembrei dela quando vi, e com a resposta desenvolver a conversa / Apertar """sem querer""" o botão de acenar no chat do facebook, me desculpar e a partir dai aproveitar para começar uma conversa (não me julguem se as ideias forem ruins hahaha).
PROBLEMA: tenho receio pq não sei se ela está namorando/ficando com alguém. No facebook dela não tem nada desse tipo de movimentação, ela é bem discreta (não só com fotos, mas com publicações em geral). Não temos amigos em comum.
Alguém já passou por essa situação ou tem uma sugestão plausível? Como conversar com a intenção de algo a mais, mas não saber se ela namora?

TL;DR: Quero voltar a falar com uma garota depois de alguns meses, mas não sei muito bem como, e nem se ela ta de rolo.
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2019.01.04 07:18 Kilu4 Após a escuridão sempre vem o amanhecer

(EDIT PARA O TLDR) : Meu namoro de cerca de 1 ano e meio , acabou e só agora eu consegui perceber o quanto me fez mal estar nisso e quanta merda passei por ter me envolvido com alguém enquanto eu tinha 0 autoestima. Porém agora que notei tudo isso estou pronto pra fazer desse novo ano muito melhor e começarei isso me conhecendo
Acho que nunca estive mais esperançoso.
Meu 2018 foi maravilhoso, ganhei um aumento, consegui uma bolsa integral, fiz meu primeiro concurso público, até mesmo um cursinho de primeiros socorros eu me aventurei. Mas um único fato foi capaz de tirar toda minha vontade e alegria nesse final de ano, o fim do meu "namoro".
Esse foi o meu 1º namoro. Eu perdi o meu BV com ela, minha virgindade e ainda assim eu saio desse namoro com uma sensação de que eu não fui o bastante.
Quando olho pra trás, vejo coisas que me envergonham e ao mesmo me deixaram uma cicatriz tão grande que me fez me questionar o quão pouco eu signifiquei na vida dela ao mesmo tempo que me sinto um tanto inútil dado ao quanto ela significou pra mim.
Alguns desses casos que me marcaram foram os seguintes:
1º- Ela tinha um Ex namoro virtual, porém quando a gente tinha menos de 1 mês de namoro, o rapaz chamado Lucas (eu sei que nunca vou esquecer essa história, já que tem Lucas a cada 2 metros) voltou a conversar com ela. Ela se declarou para o garoto sobre o que sentia, e ele disse que não poderia corresponder a mesma coisa. Eu fiquei arrasado com isso, mas procurei perdoar já que ela foi honesta comigo. Porém o problema com esse cara se repetiu mais 3 vezes. Ela terminou e me bloqueou após ver uma foto dele no instagram, voltou a conversar escondida com ele ( tinhamos combinado de manter ele bloqueado após a vez do instagram ) e na 4ª vez nós terminamos quando ela mandou escolher " Aceitar e ficar de boa ou terminar ", acabei perdoando e hoje sequer sei o motivo de ter me rebaixado nesse estado, mas isso eu sei que é algo que vai ficar marcado para sempre e destruiu a confiança plena que eu sempre deixei claro que quis ter e me fez perdoar na 1ª vez.
2º- Eu estava disposto a pagar um curso preparatório para o ENEM, já que queria cursar História ao mesmo tempo que iria me manter perto dela. Pois bem, era legal quando não tinha ninguém olhando. Sério, a gente chegava a se tocar na VAN escondidos, mas quando alguém nos olhava ela simplesmente fingia que eu não era nada. Eu passei a acreditar que ela tinha vergonha de mim, já fazia cerca de 7 meses escondidos e ela não havia criado coragem pra falar com os pais ( nunca quis passar por cima da vontade dela nisso ) e no curso que só haviam pessoas estranhas ela fingia que mal me conhecia. Chegou a falar na minha cara para uma pessoa que só eramos conhecidos quando uma pessoa perguntou e eu fiquei me sentindo péssimo. Cheguei a conversar com ela sobre isso, mas não resolveu de nada e pouco tempo depois fui obrigado a sair do curso por conta de uns problemas em casa.
3º- Ela vivia falando que se eu fosse como um colega meu, que pegou bolsa no Mackenzie e arrumou um estagio ganhando 2.5k ela conseguiria me assumir pros pais, já que eles queriam alguém que tivesse fazendo faculdade. Até ai, eu ainda me forçava pra compreender. Porém depois de um tempo de sair do curso, eu consegui entrar na faculdade com bolsa integral no 2º semestre. Claro que não é nível Mackenzie e nunca será, mas ela passou um bom tempo me chamando de fracassado/acomodado por estar cursando administração em vez de ter estudado pra história. ( não tem história presencial aqui na cidade, e eu não tenho familia espalhada brasil a fora ou familia que vai dar 3k por mês pra ela sobreviver ), e meu serviço não ganha bem, longe disso. Mas não é algo que a familia dela teria preconceito como empacotador de supermercado. ( Sou monitor de cursos interativos, aqueles estilo Microway ou microlins da vida)
Salvo outras coisas aleatórias, como dizer que eu estraguei a vida da minha mãe por ter nascido, ou sempre terminar por motivos aleatórios, me bloquear e voltar dias depois fingindo que nada aconteceu, ou o que mais me irritava desde sempre, cobrar que eu perdoasse ela 100% das merdas que fazia, quando voltava sempre a fazer a mesma coisa.
Nesse nosso término, por exemplo, ela acusa que eu nunca " motivei " ela. Mano, eu via a menina praticamente a cada 2 meses com ela morando na minha cidade porque ela queria estudar pra medicina. Eu trabalhava algumas horas a mais pra juntar tempo o suficiente pra uma folga. Eu me preocupei com ela indo morar pra Foz do Iguaçu pra fazer medicina no Paraguai e cheguei a pedir um acordo pro meu chefe, pra poder mudar pra lá e ter a sensação de morar sozinho e já ia me ajudar na ansiedade de preocupação com ela com a única condição de falar com os pais dela.( sim, novembro de 2018 ainda não tinha dito ) Ela não quis falar, preferiu falar que não queria viver vida de casada ( ??? ) e que eu iria só atrapalhar a juventude dela. E inclusive usou essa minha preocupação pra falar que eu só queria ir por achar a menina uma retardada ou coisa assim. Detalhe: Não faziam 2 meses que ela passava por psiquiatra com remédio controlados, inclusive ela diz que surtou numa festa de final de ano aqui da empresa do pai dela na volta pra casa deles.
E sinceramente, eu olho pra tudo e isso e somente penso o quão errado isso tudo deu. Eu percebi o quanto eu aguentei e o quão mal eu me senti nessa relação simplesmente por insegurança e carência. Eu descobri que não sei o que gosto além de e-sports, futebol, animes, filmes e jogos em geral.
Eu só sei que quero mudar. Quero tentar me tornar uma pessoa melhor em geral, descobrir novos hobbys, perder a timidez e quem sabe até mesmo aprender a flertar. Tirei um tempo pra aprender a usar aqueles temas do /androidthemes (e consegui!), irei começar a aprender a configurar a camera manual do celular e depois a editar com o LightRoom. Com o dinheiro que guardei pra comprar nossa aliança de namoro fiz minha tatuagem de Fullmetal Alchemist, planejo fazer um cronograma pra estudar no mínimo 1h por dia assim que voltar meu serviço e eu descobrir se vai ter mudanças nos horários e principalmente vou valorizar ainda mais minha mãe e meus avós, pois eles sim são as pessoas que sempre estarão comigo e se orgulham de todas as minhas conquistas, mesmo que seja um emprego que ganha um salário mínimo ou uma bolsa de faculdade mesmo que não seja o que você sonhou.
Finalmente descobri que esse sofrimento todo foi por ter colocado ela acima de tudo e principalmente por não ter tido autoestima suficiente de olhar pra si mesmo naquele tempo todo e dizer " Você vale mais que isso " por que eu realmente valho mais!
Eu comecei do zero no meu emprego como um estagiário fudido cujo o próprio chefe me fala hoje em dia que tem um puta orgulho do que eu me tornei, pq ele achava que eu iria desistir em 1 mês e quando pedi demissão me ofereceram um aumento, e eu me senti importante e útil, além desse valor ter me ajudado absurdos em casa. Além disso eu fui MUITO bem no 1º semestre de ADM e até que gostei das primeiras matérias, o que me animou um monte por ser um curso " por fazer "
Eu posso ter passado meu final de ano um tanto depressivo enquanto assistia o glorioso Silvio Santos. Mas esse ano não. 2019 será o ano em que finalmente eu terei orgulho de mim mesmo.
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2018.11.21 21:48 TheManWhoKillsMoms Uma das escolas da minha cidade é terrível

Antes de começar, eu sempre estudei em escola particular então eu não sei se essas coisas são normais ou sou eu que vive em minha bolha mesmo.
Primeiramente, uma garota do 8° ano decidi mandar um nude para o namorado dela e o moleque decidi espalhar a foto pela cidade toda. Isso chega nos pais e eles tem a pior reação possível, espacam ela. Ao nível de chegar na escola no outro dia cheia de machucados e roxa.
Por causa disso, ninguém quer falar com essa menina, todos ignoram a existência dela agora. Não vejo o porquê dela ter que ser punida por falta de respeito de um "namorado"
Segundo, outra menina foi estrupada na escola. Sim, ela foi estrupada no banheiro da escola durante as aulas. Só com isso eu já fico com nojo de desse "humano", mas por cima disso a família dele tem dinheiro. Ou seja, essa situação foi completamente ignorada e é como se este menino simplesmente não tivesse feito nada.
Fora sobre fumar dentro da sala de aula, os casos extremos de bullying e etc que tem nessa escola particular.
Quais são as grandes merdas que já aconteceram nas suas escolas Brasil?
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2018.10.19 21:29 Fatal1tyBR Impressão minha ou é difícil achar mulher minimalista no BR?

Deixando o assunto de política de lado, pelo amor de deus, não aguento mais: é no wpp, é no "caralivro", é aqui... Vamos dar uma variada!
Eu sou um cara que não tem muita dificuldade em me relacionar e desde que cheguei em SP, à 7 anos atrás, percebi que a cultura do consumo está fortemente enraizada na mente dos paulistas de todas classes sociais.
Conheci só algumas meninas de outros lugares mas notei que as das grandes metrópoles (RJ, Floripa, Brasilia) tendem a ser consumistas também.
Não acho de todo mal ser consumista porque acredito (um pouco) na meritocracia, mas que é alienação parar com uma BMW novinha no sinal, ver crianças fazendo malabarismo e não sentir nada, é sim.
Eu estou entre os 1% mais ricos do Brasil e me sinto bem usando roupas do Brás, tênis do Aliexpress, academia sem grife do bairro, andando de moto 250cc porque é mais rápido e barato, viajando pra destinos não tão badalados com família e amigos e bebendo a cerveja que tiver na geladeira, inclusive itaipava e schin.
É frustrante pra mim quando a menina fica me pressionando pra ir restaurantes famosos, dando check-in no instagram e tirando foto do prato ao invés de prestar atenção no momento ali e infelizmente não são poucas que fazem isso.
Enfim, só queria saber se é geral ou é uma percepção errônea da minha cabeça.
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